quinta-feira, 27 de novembro de 2014

A importância do treinamento de integração para novos funcionários



Novos funcionários são contratados diariamente em empresas no mundo todo. Trabalhar em uma nova organização não significa simplesmente uma mudança de endereço de trabalho: o novo local é um novo universo para o colaborador que está ingressando, com uma nova missão, novas metas, nova equipe e novas funções. O processo de adaptação do colaborador é importantíssimo, e cabe à empresa criar um ambiente agradável e fazer as apresentações.
Além disso, é fundamental que a empresa se preocupe com a capacitação e a qualificação desse profissional, visando um bom desempenho em suas novas atribuições, integrando-o de maneira eficiente. O treinamento de integração de novos funcionários engloba todas essas significativas funções que a empresa deve desempenhar, tornando o novo colaborador apto a realizar suas tarefas.
Os conhecimentos sobre a empresa, sobre a equipe e sobre a sua ocupação, farão com que o funcionário seja mais confiante, assertivo, e se sinta como parte integrante do local — bem mais do que se ele fosse apenas colocado diretamente em sua nova mesa, sem ser apresentado aos outros colaboradores da empresa.
Além de direitos, obrigações, princípios, visão e missão, o colaborador deve entender a razão pela qual ele desempenha suas funções. Também é necessário que ele saiba qual será a sua contribuição para o produto final e para o cliente, pois isso serve de motivação para alcançar bons resultados.

Coordenador ou supervisor imediato
A presença de um superior imediato ou coordenador é essencial para a integração do novo colaborador. É natural que dúvidas apareçam, e ter alguém mais experiente dando suporte é de grande ajuda. Dessa maneira, o profissional fica a vontade e sem receios de fazer perguntas sobre as situações que teve dificuldade. Esse superior deve,também, avaliar o desempenho, capacidade, interesse, nível de responsabilidade e envolvimento desse colaborador com suas tarefas.


Conheça os principais componentes de um treinamento de integração:
- Apresentar a missão, visão e os valores da empresa;

- Apresentar o colaborador a seus novos colegas de trabalho de forma acolhedora;
- Expor a hierarquia e a conduta que deve ser adotada na empresa;
- Criar um ambiente receptivo e hospitaleiro;
- Deixar clara a função que ele desempenhará, dando suporte sempre que necessário;
- Desenvolver canais de comunicação de fácil acesso entre gestores e funcionários;
- Informar que o setor de RH está aberto a novas sugestões e projetos, estimulando a proatividade.

Autor: José Roberto Marques

A comunicação entre as pessoas no trabalho

Uma vez que estamos sempre lidando com pessoas, a habilidade de comunicação é fundamental tanto no âmbito profissional quanto no pessoal.


Saber se comunicar de forma eficaz é fundamental para qualquer profissional, independente da carreira ou área de atuação. Isso porque lidamos com diferentes pessoas o tempo todo, seja no ambiente de trabalho, entre os amigos ou em casa.
No ambiente corporativo, uma boa comunicação é importante para todas as atividades, tais como: colaborar com novas ideias e sugestões, propor melhorias, vender produtos ou serviços, conduzir reuniões, lidar com clientes, distribuir demandas, coordenar processos, entre outras coisas.
Neste sentido, saber se comunicar e se fazer entendido é essencial para alcançar grandes resultados.

Dicas para uma comunicação eficaz no trabalho


Cuidado com suas palavras
Ao se comunicar no ambiente de trabalho, esteja sempre atento a seu linguajar. Evite utilizar jargões ou gírias demais, e tome cuidado com seu vocabulário para não falar errado e deixar que isso comprometa seu desempenho e sua atuação profissional.

Lembre-se de que, em muitos momentos, você precisa participar de reuniões com gestores, fazer apresentações e lidar com clientes. Por isso, uma comunicação clara, objetiva e livre de erros é essencial.

Exercite sua comunicação
A melhor maneira de exercitar a sua comunicação é falando. Para algumas pessoas, se comunicar pode ser algo completamente tranquilo e natural, mas uma boa comunicação também pode ser desenvolvida.

Se você sente insegurança ou dificuldades em dialogar, é hora de colocar esta habilidade em prática por meio da prática. A melhor forma de perder o medo de falar em público é não ter medo: esteja seguro na hora de contribuir com suas ideias ou defender seu ponto de vista. Fazendo isso, aos poucos você perceberá que estará fluindo melhor em cada apresentação ou conversa que tiver.

Respeite as diferenças
No ambiente de trabalho, você tem que conviver com profissionais diferentes e que possuem criação e ideias distintas das suas. Utilize as diferenças como estratégia para seu próprio crescimento, sempre respeitando a todos. Converse com seus colegas, escute novas opiniões e aprenda com eles. Isto, com certeza, contribuirá muito para sua evolução.


Promova um ambiente de cocriação
A colaboração é essencial dentro do ambiente corporativo. Isso porque ninguém trabalha sozinho, e seu trabalho sempre depende de seus colegas para ser bem-sucedido.

É importante lembrar que cada colaborador é de fundamental importância para o alcance de metas. Por isso, exercite sua comunicação com seus colegas, promova um ambiente propício à cocriação, trabalho em equipe e desenvolva novas ideias em conjunto. Muitas mentes pensam melhor que apenas uma.

Evite os conflitos
Outra dica importante é evitar ao máximo os temíveis conflitos. Claro que algumas divergências de ideias sempre vão surgir, e elas são completamente naturais para o bom andamento dos processos, mas não deixe que as diferenças causem conflitos.

Caso algum problema venha a acontecer, procure resolvê-lo imediatamente e da melhor forma possível. Converse com os envolvidos de forma madura e imparcial e, se isso não resolver, procure seu superior, ele saberá a melhor forma de lidar com estes incômodos.

Fique longe das fofocas
Fofocas existem em todo lugar, inclusive no ambiente de trabalho. Mas é importante evitá-las e ficar o mais longe possível para que elas não afetem seu desempenho e nem manchem sua reputação profissional.

Afaste-se dos comentários maldosos sobre seus colegas e, quando isso não for possível, evite repassar tais informações, guardando-as apenas para você. Não prolongue esta corrente do mal.
Este artigo foi útil para você? Então compartilhe o conhecimento com seus amigos e conhecidos!

Autor: José Roberto Marques

O valor do Feedback

Como será que está o Feedback das Empresa para com os clientes quando eles buscam informação ou resolução de um problema?




Feedback é uma palavra inglesa que significa realimentar ou dar resposta a uma determinado pedido ou acontecimento. Hoje, muito se fala em tecnologias que avaliam os feedbacks dos clientes com relação à empresa, como por exemplo, participar de uma pesquisa de satisfação ao final de um atendimento telefônico, mas... Como será que está o Feedback das Empresa para com os clientes quando eles buscam informação ou resolução de um problema?
Não quero generalizar, mas, o atendimento de muitas empresas está péssimo. Posso afirmar que, como consumidora, neste ano de 2014, apenas 5% das empresas com as quais fiz negócios deram o devido “FEEDBACK” às minhas dúvidas e solicitações. E posso garantir que deixei de contratar muitos serviços por conta do mau atendimento.
Um bom atendimento é o mínimo que a Empresa pode oferecer aos seus clientes. Por isso, se você trabalha atendendo clientes e já cometeu os erros descritos abaixo, sinto muito em informar que você não é um bom profissional.
  1. Não atender o cliente
Um cliente liga na empresa e você sabe que ele tem uma reclamação ou irá cobrar por um serviço que ainda não foi realizado e então, o que você faz? Não o atende, pede pra dizer que não está, dentre outras desculpas, até ter uma solução de fato para apresentar, afinal como bom profissional que é, quer dar uma boa notícia, certo? Está errado! Isso irá causar um stress tão grande no cliente a ponto dele ser consumido por raiva e, com certeza, o desfecho será pior do que se ele fosse atendido, mesmo para saber que ainda não há solução.
  1. Não retornar a ligação
Você resolve atender o cliente, mesmo sabendo que ele vai cobrar algum serviço que ainda não foi feito, mas atende. Como você não sabe bem o que falar, diz que vai verificar a situação e já retorna, porém, não retorna. Pobre cliente! A esta altura está ele de olho no telefone, aguardando tocar, ansioso, nem respira direito, não para de pensar em você, em seu retorno prometido! Mas você não retorna, e já até esqueceu o que o Cliente queria! Isto é um descaso total.
  1. Mentir e Enrolar
Sabia que o cliente tem sexto sentido quando a questão é enrolação? Pois é, se tem uma coisa pior do que não ser atendido ou ficar esperando por uma ligação é ser enrolado, isso sim é uma tremenda falta de respeito.
Concluindo: Não escrevo este artigo para apontar as falhas de alguns profissionais, mas para sensibilizar. Antes de sermos profissionais, somos consumidores também e gostamos de ser bem atendido. Temos o dever, tanto para com o Cliente quanto para a Empresa que trabalhamos de prestar um bom serviço, com um ótimo atendimento e o mais importante, estarmos sempre prontos a dar um “FEEDBACK” ao cliente quando ele solicitar, porque tecnologia nenhuma irá substituir a boa comunicação humana e recíproca nos negócios.
Site Contábil; 




terça-feira, 25 de novembro de 2014

As 5 principais causas de demissão no Brasil

Ao final de uma pesquisa realizada pela Robert Half que estudou casos de demissão no Brasil, descobriu-se as cinco principais causas de demissão no país.



As cinco principais causas de demissão no país que são: baixo desempenho, falta de aderência à cultura da organização, relacionamento ruim com a equipe, atrasos e faltas e baixa empatia com o superior, respectivamente.
Nota-se que todas as causas estão relacionadas ao comportamento e seriam facilmente controladas com pequenas atitudes profissionais que são sempre bem vindas em toda e qualquer organização.
É importante salientar que o comportamento de um profissional tem tanta importância quanto as suas competências, por isso, ser bom no que faz não significa estabilidade, a sua maneira de agir pode ser decisiva para sua jornada profissional.
Baseado nas principais causas para demissão nas empresas brasileiras, Claiton Fernandez, especialista na formação de equipes de alta performance, consultor e educador formulou algumas dicas para que os profissionais consigam se desviar destes comportamentos. Confira!
Baixo desempenho profissional
Avalie sua atuação na função que ocupa na empresa, identificando os pontos fracos que precisam ser trabalhados. Apure também os principais fatos que ocorreram nos últimos meses na empresa e o que pode ter influenciado na queda de seu desempenho.
Não espere chegar aos 45 minutos do segundo tempo para então entender que é preciso tomar decisões para reverter situações. Analise com o superior imediato os resultados obtidos e quais são os esperados. Reavalie as estratégias e, se necessário, adote novas ações para a obtenção de resultados mais expressivos.
Falta de aderência à cultura da empresa
Infelizmente, o foco dos profissionais ainda está no curto prazo fazendo com que a cultura organizacional seja subestimada. Um erro comum ao escolher uma empresa para trabalhar é analisar apenas o cargo e os benefícios, quando um ponto relevante é conferir se na empresa há aderência entre valores pessoais e a cultura.
Na velocidade atual do mercado, é importante compreender como a cultura organizacional poderá maximizar e gerar resultados mais rapidamente, permitindo sobreviver na empresa.
Relacionamento ruim com a equipe
Como os aspectos comportamentais geram reflexos positivos e negativos na equipe, algumas atitudes são fundamentais para o convívio, entre elas destacam-se: manter o equilíbrio emocional, evitar concentração de poder, solucionar rapidamente dúvidas e problemas, evitar o mau humor e a antipatia.
Vale ressaltar que procurar o superior imediato para uma conversa e saber o que ele espera no exercício de suas funções em termos de resultados em equipe é aconselhável.
Atrasos e faltas
É preciso ter consciência de que atrasos e faltas poderão prejudicar a equipe e a corporação causando transtornos como o não cumprimento das metas e alcance dos resultados, a queda de motivação e a geração de um péssimo ambiente de trabalho.
Se necessário busque ajuda superior na empresa, conversando sobre as principais razões dos atrasos e faltas, estes esclarecimentos poderão ser decisivos no recebimento de feedback apropriado para solucionar os seus problemas.
Baixa empatia com o superior
O exercício da comunicação é uma das ferramentas básicas para a prática da empatia. É importante conseguir se posicionar no lugar do superior para entender suas atitudes e o seu posicionamento.
Manter um comportamento com o superior de acordo com o que gostaríamos que fosse feito conosco, é um passo muito grande para a busca de um relacionamento fundamentado na empatia.
Vale lembrar que o seu comportamento é a chave do seu sucesso, por isso, outra dica primordial é ter autoconhecimento, somente desta forma você terá competências para avaliar o seu próprio desempenho e identificar os pontos a melhorar.
Fonte: Portal Carreira & Sucesso

Regras de Boas Maneiras











Regras básicas de Boas Maneiras:

-CHEGOU?.................................. CUMPRIMENTA
-JA VAI?.....................................  SE DESPEÇA
-RECEBEU UM FAVOR?.........  AGRADEÇA
-PROMETEU?............................  CUMPRA
-OFENDEU?................................ SE DESCULPE
-NÃO ENTENDEU?.................... PERGUNTE
-TEM?.......................................... COMPARTILHE
-NÃO TEM?................................ NÃO INVEJE
-SUJOU?.......................................LIMPA
-NÃO CURTE.............................. RESPEITA
-AMA?.......................................... DEMONSTRE
-NÃO VAI AJUDAR....................NÃO ATRAPALHE
-QUEBROU:.................................CONSERTE
-PEGOU EMPRESTADO?...........DEVOLVA
-FALARAM CONTIGO?..............RESPONDA
-NÃO FALARAM CONTIGO......NÃO SE ENTROMETA
-ACENDEU?.................................APAGA
-ABRIU?........................................FECHE
-COMPROU?................................ ENTÃO PAGUE.



Gestão à base de conflitos

Especialistas garantem: técnicas baseadas em confronto são benéficas

RIO — Imagine um dia normal de trabalho. No meio do expediente você e seus colegas são chamados para um espaço separado, onde o gestor começa a criticar o trabalho de cada membro da equipe. E instiga todos a fazerem o mesmo. Uma péssima ideia para melhorar o clima entre os funcionários, certo? Nem sempre.
Para alguns especialistas, a “Gestão de conflito”, método que incentiva funcionários a discutirem e argumentarem entre si, “sem papas na língua”, pode dar resultados positivos, desde que feito em setores com o perfil certo.
Segundo o coaching Luís Fernandes, diretor da LPH Solutions, o método pode, inclusive, melhorar o clima no ambiente corporativo e aumentar a produtividade. Pode soar contraditório para muita gente, mas o especialista garante que o objetivo é alcançado: criar relações mais transparentes e transformar a resolução dos problemas em rotina.
— É uma técnica perfeita para profissões e ocupações que precisam de equipes trabalhando em sintonia e cooperação. Muitas vezes, as pessoas têm medo de registrar alguma crítica e ficam ressentidas, guardando aquilo. No fim, isso só gera insatisfação. Quando a gente promove um ambiente em que isso é provocado, e os funcionários abraçam a ideia, a tendência na hora é de conflito, mas a longo prazo é de um ambiente tranquilo.
Para Fernandes, a técnica tem melhor aproveitamento quando usada dentro de setores cuja atividade principal depende de um trabalho de equipe, onde todos os agentes precisam se sentir motivados e produtivos. E a confiança, nestas horas, é fundamental, acrescenta.
— Dentro de um time, é preciso que os indivíduos se permitam cobrar comprometimento um do outro. Se o resultado de alguma coisa não sai como esperado ou é preciso tomar uma decisão que vai afetar todo mundo, o importante é que as diferenças sejam colocadas. E se o indivíduo não se sente à vontade para dizer o que pensa, de criticar as atitudes de um colega, esta equipe não vai prosperar. É um bom cenário em que o gestor pode atuar, estimulando, ele mesmo, as críticas, que geram conflitos produtivos.
Para Rafael Martinelli, presidente da empresa, DClick, que atua no ramo de desenvolvimento de software, o trabalho em equipe é essencial. O executivo conta que começou a aplicar o método há cerca de um ano e, desde então, nota crescimento na motivação e na produtividade de sua equipe de 60 funcionários.
— Ao aplicar o método, a gente percebeu que também precisávamos aumentar o nível de segurança da equipe. E nós conseguimos resolver tudo desta forma, criando espaços em que estimulávamos o conflito mesmo, as discussões, garantindo aos funcionários que, desde que feito com respeito, isso não seria um problema no futuro nem no presente.
Uma das formas usadas por Fernandes para aplicar a técnica é através do método desenvolvido pelo psicólogo Bruce Wayne Tuckman, que na década de 60 criou uma teoria sobre o processo de formação de grupos. Nela, o estudioso enumera etapas de desenvolvimento de grupos que, se seguidas, podem incrementar os negócios. Umas delas é a promoção proposital de conflitos, denominada Storming.
Porém, é preciso estar atento ao momento certo de aplicar a metodologia, e é fundamental que os conflitos se desenrolem de uma forma organizada, afirma Paulo Roberto de Souza, da You can be, empresa especializada em gestão corporativa. Validar o processo entre os colaboradores, destaca, é importante para evitar mal-entendidos:
— É um método difícil de ser colocado em prática, pois você precisa de gestores capacitados. Criar conflitos sem um direcionamento, sem conseguir transformar aquilo em produtividade, em melhoria no dia a dia, pode gerar uma clima maior de medo e instabilidade. A liderança deve ser cuidadosa para que o colaborador não se sinta sob ataque.
REALIDADE DURA NA SELEÇÃO
A gestão baseada no conflito não acontece apenas dentro do ambiente corporativo. Ela também é comum em processos seletivos, afirma André Borges, gerente da Page Personnel, companhia de recrutamento e seleção. Segundo o especialista, é comum que gestores criem situações “limite” ou reproduzam cenários já vividos dentro das empresas para perceber como será a reação do candidato ao cargo postulado.
— Existe desde o empresário que coloca os momentos críticos apenas para ver a disponibilidade e a vontade do candidato em buscar aquela vaga, por exemplo, chamando ele no meio do expediente, interrompendo o dia de trabalho. Mas grande parte faz um tipo de “seleção de conflito", por exemplo, sendo mais agressiva nas perguntas, narrando situações e pedindo para o interessado responder de supetão como e o que faria naquele momento.
Para o gerente, embora ainda pouco usual, alguns destes métodos podem beneficiar o candidato, ao mostrar a cultura da empresa desde o início.
— Assim como existe o gestor que fica decepcionado com o candidato que age de uma forma no processo, mas na empresa muda completamente, há também o contrário: é mostrado um cenário positivo para o profissional em relação ao ambiente corporativo, porém, ao chegar lá, ele se depara com um local agressivo, diferente do que foi dito, por exemplo.
Há dois anos, o carioca Pedro Soares viveu a experiência e, apesar do susto inicial, acredita que a possibilidade de conhecer melhor a empresa que pretendia trabalhar ajudou na decisão final, quando decidiu não participar do processo seletivo até o fim.
— Não era para mim. Eu acho que, apesar de um ambiente em que não iria me adaptar, achei honesto que me mostrassem, nas entrevistas, como seria a reação do meu gestor, caso um imprevisto acontecesse, por exemplo.
CAUTELA NOS CONFLITOS
Na gestão ou na seleção através dos métodos de conflito, respeitar o candidato e o funcionário nos processos é fundamental, ressalta Borges. E é exatamente por este motivo que o consultor Firmino Carneiro, professor do Centro Universitário Celso Lisboa, vê esta metologia com cautela.
— Os parâmetros precisam ser fixados, mas a tendência são de as empresas investirem na melhoria da qualidade de vida no trabalho, utilizarem ferramentas motivacionais. Não vejo como a gestão por conflito se encaixa neste cenário. Não é questão fechada, claro, mas acho que para encaixar este modelo é preciso muito cuidado, para não virar algo perigoso ou até caso judicial.
Para Luis Fernandes, diretor da LPH Solutions, para que a gestão baseada nos conflitos funcione de forma profissional, é preciso respeitar métodos, como o desenvolvido pelo psicólogo Bruce Wayne Tuckman na década de 60 sobre a formação de grupos.
— A primeira parte, denominada forming, consiste na criação da equipe, apresentação e conhecimento dos seus membros. A segunda é a storming, que se dá exatamente no incentivo dos debates e conflitos para o desenvolvimento de ideias e soluções. Esta fase precede duas outras, a norming e a performing, que são resultados da sinergia conquistada antes. É o período de máxima produtividade, acima do esperado.
O PESO DA CULTURA DO BRASILEIRO
Fernandes acredita que líderes bem formados podem conduzir gestões de conflito sem que os funcionários se sintam atacados ou ameaçados. E é preciso, diz, identificar também quais são os colaboradores aptos a participar.
— Normalmente é uma metodologia usada quando os resultados não estão acontecendo. Em muitos casos, a base do problema está na falta de confiança entre os membros dos grupos. Como as pessoas, até por uma questão cultural do brasileiro de não gostar de conflitos, não costumam expor as suas insatisfações, o clima fica pesado, mas os motivos ficam escondidos, e isso desmotiva, as pessoas ficam menos engajadas.
Fonte: O Globo - RJ

Os ciclos de mudança da vida

"Tudo o que chega, chega sempre por alguma razão" Fernando Pessoa

A vida das pessoas é constituída por diversos ciclos, alguns curtos e rápidos outros que duram vários anos. Se você parar para pensar perceberá que a sua vida também foi dividida por vários ciclos.
Os ciclos de mudanças são uma constante na vida das pessoas, das empresas, das organizações e também de uma profissão, pois a vida é um ciclo.
A unidade dum ciclo é composta por vários tamanhos de ciclos, alguns individuais outros coletivos (ciclos de evolução, temporais, culturais, etc.), outros são característicos de pessoas que exercem a mesma profissão ou estão com a mesma idade. A mudança faz parte da vida, somente os mortos, os ignorantes e os teimosos não mudam. São as mudanças que provocam a evolução.
As mudanças sempre aconteceram, mas os ciclos de mudanças antigamente eram mais lentos e percorriam um espaço maior no tempo com isso permitindo que as pessoas “digerissem” estas mudanças com mais calma, mas com o advento da tecnologia da informação houve um aumento dos ciclos de mudanças diminuindo seu período de duração com isso criando a necessidade de adaptação constante às mudanças, fazendo assim que as pessoas tenham a sensação de que sempre estão desatualizadas.
Por exemplo, se você adquire um aparelho celular de ultima geração, o mais moderno, com todas as funções que possamos imaginar, provavelmente em um período 60 dias ele já estará ultrapassado por outro modelo, a velocidade com que as mudanças chegam é assombrosa.
Muito se fala em mudança de paradigma e mentalidade. Peter Senge usou o termo grego Metanóia na década de 90 em seu livro “A quinta disciplina” se referindo à mudança fundamental da mente. Literalmente trata-se da transcendência da mente como um significado mais profundo de aprendizagem.
Por isso compreender o significado de Metanòia é compreender a essência do significado de aprender. Ao longo dos tempos, tem-se perdido o sentido de aprender: para a maioria das pessoas aprender se resume a receber uma determinada informação, por exemplo, você lê um livro e presume que "aprendeu" tudo que estava no livro, mas poucas vezes consegue realmente aplicar aqueles conceitos.
Mas, na verdade, aprender é muito mais que acolher passivamente informação; aprender implica compreender o mundo e a nossa relação com ele, quando processamos a informação transformando-a em aprendizado tornarmo-nos capazes de fazer algo que não éramos capazes de fazer antes , ampliamos a nossa capacidade de criar e consequentemente recriarmo-nos.
Tudo na vida são ciclos. Ciclos de aprendizado.

Por Roberto Recinella

terça-feira, 18 de novembro de 2014

80% pensam em mudar de emprego em 2015, diz pesquisa

Demissões: delegar responsabilidades e promover o desenvolvimento por ser a chave para evitar o problema


Empresas e suas equipes de RH podem ficar em alerta: 79,17% dos profissionais consideram mudar de emprego no ano que vem. É o que aponta uma pesquisa realizada pela consultoria Hays e o Insper.
O estudo ouviu mais de 8.500 pessoas em todo o Brasil. Apesar do alto índice de dispostos a se lançar no mercado, a maioria deles (59,29%) ainda não iniciou suas buscas, o que significa que ainda dá tempo de convencê-los a ficar.
Para essa tarefa, investir em programas de aperfeiçoamento e delegar maiores responsabilidades parece ser uma boa alternativa. Entre os motivos que fariam os entrevistados deixarem o posto atual, o principal são as perspectivas de desenvolvimento pessoal e profissional, justificativa dada por 35,30% deles.
Em seguida, aparecem a remuneração (22,1%) e o equilíbrio entre vida pessoal e trabalho (12,9%).
Porém, na hora de contratar, diante de um candidato ideal, mas com expectativa salarial muito elevada, a estratégia mais usada pelas companhias (37,7% delas) é compensar a remuneração com benefícios. Outras 36,26% desistem do profissional e só 26,6% fazem uma proposta de acordo com o pretendido.
Um possível reflexo disso é que metade dos pesquisados acha que está ganhando menos do que deveria. No ano passado, na mesma pesquisa, o percentual encontrado era de 44%.
Além disso, 58% deles não receberam aumento de salário no decorrer deste ano.
"Talvez essa compensação por benefícios não esteja sendo sentida da mesma forma pelos profissionais", disse Regina Madalozzo, coautora do estudo, em evento de divulgação do material, na quinta-feira (13).
Vantagens
Apesar disso, as vantagens paralelas ao salário são bastante valorizadas tanto pelos trabalhadores quanto pelos empregadores, segundo a pesquisa.
Noventa e sete por cento das corporações oferecem benefícios às suas equipes e 97,94% os consideram uma ferramenta muito importante para o recrutamento e a retenção de profissionais.
Do outro lado, 96% dos funcionários acreditam que os benefícios ajudam a manter um colaborador em uma empresa e 97% consideram esses recursos nas propostas de trabalho que recebem.
Entre esses benefícios, a remuneração variável chama a atenção. Em 64,64% das companhias ouvidas ela é ofertada à maioria dos funcionários. Em metade delas, os bônus variam de 11% a 25% dos pagamentos totais.
Na mesma linha, a maior parte dos trabalhadores ouvidos (56%) disse receber remuneração variável. Os homens, entretanto, têm mais acesso a esse benefício do que as mulheres (69% contra 48%, respectivamente).
"Para incentivar a diversidade, é interessante prestar atenção na distribuição de remuneração variável por gênero", alertou a pesquisadora.
Um outro ponto de desencontro entre empresas e funcionários é em relação ao coaching. Apesar de mais da metade (62%) das companhias afirmarem que oferecem o benefício às suas equipes, somente 28% dos profissionais dizem saber da existência desses programas onde trabalham.
Para Regina, a falha pode ocorrer na comunicação. "Como o coaching é focado em grupos, quem não participa, muitas vezes não enxerga", diz.
Entre aqueles que sabem que o benefício existe, 57% já receberam esse tipo de orientação. O índice, porém, ainda é maior entre os homens do que entre as mulheres.
Cenário
De acordo com o estudo, Só 25,61% das empresas tiveram que congelar salários este ano e quase metade (48%) tiveram que demitir.
Para 2015, a expectativa da maioria é de aumentar o quadro de funcionários, principalmente para cargos técnicos ou de média gerência (73%).
Fonte: Exame.com

Veja como otimizar tempo no trabalho

De acordo com Ricardo Barbosa, uma forma eficaz é utilizar o quadrante do tempo, onde você irá separar suas atividades em: Crises, Urgências, Planejamento e Rotina


Cada vez mais o tempo vale dinheiro e as empresas vem tratando como grande diferencial de um colaborador a capacidade de organizar bem o tempo de serviço, produzindo adequadamente dentro dos horários de trabalho, evitando horas extras e dando os retornos necessários.
"O ritmo alucinante das mudanças, a avalanche de dados e informações, a pressão do mercado para se produzir mais, com menor custo e tempo possíveis, reforçam a necessidade de gestão compartilhada e produtiva do tempo para garantir lucratividade, empregos bons e estáveis com qualidade devida", explica o diretor executivo da Innovia Training & Consulting Ricardo Barbosa.
Porém, as dificuldades para um profissional se adequar a esta demanda de mercado é muito grande. O diretor da Innovia detalha pontos que potencializam estas dificuldades:
1. Ausência de foco - O colaborador acumula várias obrigações e deseja resolver tudo ao mesmo tempo, o resultado é que nenhuma das obrigações é feita;
2. Falta de concentração na tarefa em execução - o colaborador leva para empresa problemas pessoais, além de conversas paralelas que faz com que o resultado fique prejudicado;
3. Ausência de planejamento - Não sabendo se planejar ocorre confusão e não se estabelece prioridades;
4. Acomodação que gera desmotivação - Muitos colaboradores não buscam fazer um trabalho diferenciado, criando um ciclo vicioso na relação acomodação e desmotivação;
procrastinação - deixar tudo que se pode fazer hoje para o amanhã;
5. Refém de ferramentas tecnológicas - as pessoas ficam apegadas ao celular e ao uso de e-mail de forma errada (checar caixa de correspondência toda hora).
Por outro lado Ricardo Barbosa reforça que isso não significa que o colaborador não tem direito de descansar e que o chefe deve ser carrasco. " O descanso é fundamental para que se possa ser produtiva. Nenhum profissional é 100% do seu tempo, temos que cada vez mais exercer o famoso ócio criativo. Assim é necessário relações balanceadas. Uma forma eficaz é utilizar o quadrante do tempo, onde você irá separar suas atividades em: Crises (importante e urgente), Urgências (urgente mas não importante), Planejamento (importante mas não urgente) e Rotina (nem importante e nem urgente)".
A pessoa estabelecendo bem esta relação com o tempo terá muito mais tempo para sua vida pessoal, caindo com o mito de que o colaborador dedicado é o que só pensa no trabalho. "Só pensar no trabalho não é bom, pois afeta diretamente a nossa saúde, família e qualidade de vida. Quando planejamos nossas atividades, conseguiremos ser produtivos", alerta o diretor da Innovia.
Veja as principais dicas para que um colaborador otimize seu tempo:
a) Estabelecer prioridades;
b) Disciplinar reuniões;
c) Disciplinar horários para conversas;
d) Estabelecer código de conduta telefônica e para eletrônicos;
e) Classificar ativas que são importantes e urgentes;
f) Evitar acumular funções que não sejam suas.

segunda-feira, 17 de novembro de 2014

Quer continuar no mesmo lugar? Continue a fazer as mesmas coisas!

Muita gente reclama da vida, do trabalho, da saúde, que não consegue comprar uma casa, um carro ou algo que queira, mas o que elas estão fazendo para mudar isso?

Já dizia Albert Einstein: Insanidade é continuar fazendo sempre a mesma coisa e esperar resultados diferentes.
Todos querem empregos bons, mas estudaram para isso? Ou continua fazendo a mesma coisa sem aprender nada diferente e sem buscar curso diferente, se você só sabe fazer uma coisa, e trabalha com isso, mas quer algo diferente tem que tentar aprender algo novo, fazer algo diferente.
Algumas pessoas vivem dizendo que vai comprar um carro ou uma casa que é seu sonho de vida, ai perguntam para essa mesma pessoa, você fez uma poupança e esta guardando dinheiro pra isso? Está pesquisando financiamentos? Está procurando casa para comprar? E a resposta é não. Se não esta fazendo nada para alcançar o objetivo como espera obter resultados diferentes?
Tem gente que diz que seu sonho é ser funcionário público, ai perguntam, mas em qual você se escreveu? Comprou apostilas? Leu o edital? Esta estudando quantas horas por dia? E a resposta é sempre negativa.
Faça por onde conseguir coloque como meta o que deseja e comece a se mover, nem que comece com investimento mínimo e vai crescendo com o tempo, atraia a energia do que você quer para ti, garanto que correndo atrás novas oportunidade apareceram.
Quer continuar no mesmo lugar? Continue fazendo as mesmas coisas. Quer progredir? Pense fora da caixa. Saia da sua zona de conforto e procure o novo. Faça diferente!

sexta-feira, 14 de novembro de 2014

Amizade no ambiente de trabalho é sinal de motivação

Amigos, amigos, negócios à parte? Não é assim que as coisas funcionam no mundo corporativo hoje....

Uma pesquisa mundial feita pela rede social LinkedIn com 11 500 pessoas revelou que 46% dos profissionais se sentem mais felizes quando são amigos dos colegas de trabalho.
No Brasil, amizade também quer dizer motivação: 36% dos entrevistados dizem que dividir o escritório com amigos aumenta o ânimo para trabalhar.
Como a sociedade brasileira é mais cordial e propensa a misturar público e privado, é fácil entender por que a amizade é fator fundamental para que um ambiente de trabalho seja considerado agradável — isso, inclusive, é um dos aspectos mais importantes para os profissionais que fazem parte das 150 Melhores Empresas para Você Trabalhar e que costumam dizer que a empresa é uma boa empresa porque, “acima de tudo, todo mundo é amigo”.
Socialmente, os brasileiros preferem estar em um ambiente que desperte sentimentos de amizade. “A relação pode ser hierárquica e haver pressão, mas as pessoas vão tentar ser amigáveis, é cultural”, diz a antropóloga Claudia Rezende, do Rio de Janeiro.
A amizade também é vista pelas empresas como forma de aumentar o engajamento e a produtividade dos profissionais. Um estudo do instituto de pesquisa Gallup mostra que pessoas que trabalham com amigos são 50% mais satisfeitas do que as que estão em ambientes sem intimidade. “Há mais confiança e um clima melhor em equipes formadas por pessoas que se dão bem”, diz Ana Pilopas, do Hudson Institute of Coaching, de São Paulo.
As companhias começaram a levar tão a sério esse bom relacionamento entre os colegas que a política de indicações está virando prática comum e sendo gabaritada pelo RH. A construtora Tecnisa estimula que os funcionários façam indicações. O programa começou em 2012 e já contratou 220 pessoas.
A ideia surgiu como forma de aumentar a rapidez da seleção e economizar no gasto com firmas de recrutamento. “A redução de custos é de 90%”, diz Thais Vieira de Camargo, gerente de recursos humanos da Tecnisa. “Levávamos 25 dias úteis com o modo tradicional e agora são, em média, nove dias.” Os indicados seguem o processo seletivo comum, com entrevistas com o RH e com os futuros chefes.
A velocidade ocorre porque os funcionários costumam indicar gente alinhada com o perfil da empresa. Foi o que fez Darcio Lemos, de 31 anos, analista de mídia digital da Tecnisa, que indicou sua amiga Paula Herrera Serrano, de 27 anos, para uma vaga. Darcio conhecia Paula porque ela trabalhava em uma empresa parceira da Tecnisa.
“Perguntei se ela gostaria de vir, contei quais seriam as atribuições e como é o clima”, diz Darcio. “O que ele nem imaginava é que há tempos eu queria ser funcionária da Tecnisa”, diz Paula. Há seis meses na empresa, ela trabalha como analista digital e é colega de Darcio, que a ajudou a se integrar. Depois dos 90 dias de experiência da amiga, Darcio ganhou um bônus de 250 reais da construtora.
Outra empresa que estimula as indicações é a Enel Green Power, especializada em energia renovável, do Rio de Janeiro. Por lá, os funcionários recebem 1 000 reais se forem certeiros na indicação. Vitor Souza, de 31 anos, é engenheiro mecânico na companhia e conseguiu a vaga por meio da indicação de um amigo de faculdade: Pedro Paulo Morais, coordenador de engenharia, de 31 anos.
“Falei para o Pedro que queria sair de meu trabalho e para ele me avisar se soubesse de algo”, diz Vitor. Quando a oportunidade surgiu, Pedro refletiu antes de fazer a indicação e pensou sobre as habilidades de Vitor. “Minha credibilidade estava em jogo”, diz Pedro.
Isso é importante. Mesmo que a empresa não tenha um programa, é comum que chefes peçam sugestões para preencher vagas. “É preciso lembrar que afinidades unem as pessoas, mas que no trabalho o critério é a meritocracia”, diz Adriana Prates, da Dasein Executive Search, de Belo Horizonte.
Razão e coração
Como passamos mais tempo no escritório do que em qualquer outro lugar, é natural que as conexões surjam e que, com elas, amigos sejam feitos. Até aí, nenhum problema. “As parcerias sinceras ajudam na reflexão e na solução de problemas”, diz Anderson Sant’Anna, professor da Fundação Dom Cabral, escola de negócios de Minas Gerais.
Só é preciso ficar atento a como essas relações vão afetar a rotina de trabalho e as decisões a ser tomadas, que podem pender para um lado apenas porque um amigo está envolvido com um projeto, por exemplo. O perigo é que o pes­soal se sobreponha ao profissional e haja proteção e premiação não por meritocracia, mas por camaradagem.
Isso é mais comum em casos de chefes e subordinados que são amigos, mas também pode ocorrer entre colegas — um protege o erro do outro para manter a relação pessoal. “Em algum momento, o problema aparece e alguém terá de assumir a responsabilidade”, diz Adriana.
O melhor é ter equilíbrio. No mundo ideal, a amizade no escritório penderia mais para uma relação de respeito mútuo do que para a intimidade profunda. Quando se ultrapassa essa fronteira, é preciso tomar muito cuidado: as empresas são imprevisíveis e, a qualquer hora, seu melhor amigo pode se tornar seu chefe ou concorrer com você para uma vaga ou promoção.
“Se ele sabe suas fraquezas e seus problemas pessoais, pode usar isso de alguma forma para enfraquecê-lo”, diz Adriana. “Amizade sincera é aquela em que a outra pessoa não só o conforta pelos seus fracassos mas também fica feliz pelas suas conquistas.” Algo que não é tão fácil de encontrar — nem fora nem dentro do escritório.
Fonte: Você S/A

terça-feira, 4 de novembro de 2014

Como se tornar um bom líder de sucesso e não um mau chefe



Direcionar profissionais rumo aos objetivos desejados pela organização não é uma tarefa simples, e exige não somente conhecimento técnico, como disciplina, comprometimento, visão estratégica e outra série de habilidades.

Você é um líder ou um chefe? Qual é o seu modelo de liderança? Em uma escala de 0 a 10, como tem sido o seu desempenho enquanto líder, diante de sua equipe de colaboradores? O que você tem feito na prática para inspirar e conduzir seus liderados?
Exercer uma liderança de excelência é, sem dúvida, a busca constante de muitos gestores e líderes. Porém, conduzir profissionais rumo aos objetivos almejados pela organização não é uma tarefa fácil, e exige não apenas conhecimento técnico, mas disciplina, comprometimento, visão estratégica e uma série de habilidades fundamentais para gerir pessoas e equipes.
Confira dicas poderosas para se tornar um bom líder de sucesso e não um mau chefe:

Dê o exemplo

Essa é uma dica preciosa para todo líder que deseja potencializar sua liderança. Seja exemplo para seus liderados e, assim, os comportamentos da sua equipe serão reflexos de suas próprias ações.

Esteja aberto a contribuições

Seja um líder flexível e aberto a contribuições por parte de sua equipe. Ouça todas as opiniões, sugestões e novas ideias. Assim, seus colaboradores se sentirão importantes e darão o melhor de si em prol de bons resultados.

Dê suporte a seus liderados

Outra dica importante para ser um bom líder e não um mau chefe é acompanhar seus colaboradores no dia a dia de trabalho. É importante ser flexível e dar autonomia a cada um quando necessário, mas também é imprescindível que você esteja junto com sua equipe acompanhando as demandas e a evolução de cada um. Seja o suporte que eles necessitam!

Respeito é fundamental

Honre e respeite a vida de cada colaborador. Lembre-se de que um nível mais alto na hierarquia não dá o direito de desrespeitar e humilhar os outros profissionais. Trate-os da mesma maneira que gostaria de ser tratado, pois eles são parte fundamental da equipe.
Vale lembrar que por trás de todos os resultados alcançados pela empresa estão as pessoas que, no dia a dia, dão o melhor de si em busca de grandes conquistas. Profissionais bem liderados e motivados produzem mais, se empenham mais e, consequentemente, alcançam importantes metas.
E você, que outras dicas considera importante para se tornar um bom líder e não um mau chefe? Deixe o seu comentário e compartilhe o conhecimento com seus amigos!

segunda-feira, 3 de novembro de 2014

Aprenda 13 dicas sobre como alcançar a estabilidade do emprego fixo no trabalho temporário

Engajamento é chave para trabalhador temporário conquistar efetivação em uma das 163,6 mil vagas que serão abertas no final de 2014.


Aproveitar uma das 163,6 mil vagas temporárias previstas para o fim do ano por pesquisa do Sindicato das Empresas de Prestação de Serviços Terceirizáveis e de Trabalho Temporário do Estado de São Paulo (Sindeprestem) e da Federação Nacional dos Sindicatos de Empresas de RH, Trabalho Temporário e Terceirizado (Fenaserhtt), pode ser uma oportunidade para a conquista da estabilidade do emprego fixo. No mesmo período de 2013, o índice de efetivação foi de apenas 12%, mas de acordo com André Miotto, consultor de negócios e sócio-diretor da AMX Soluções em Gestão Integrada, o engajamento do funcionário é a chave para a obtenção de um cargo de longo prazo.
 
Ainda segundo o consultor, a efetivação depende das expectativas, crenças, esforços, valores e resultados que o funcionário agrega para a organização. “Engajar-se é a fórmula do sucesso”.
 
Miotto lista as 13 principais dicas para o temporário conquistar a efetivação:
 
1 – Pró atividade. É preciso esbanjar atitude e vontade de aprender tudo.
 
2 – Comprometimento. O trabalho chamado de temporário deve ser assumido como um projeto de trabalho fixo, uma oportunidade de reinício e valorização profissional.
 
3 – Agilidade e dedicação. Quanto mais rápido pegar o jeito do trabalho, mais rápido o temporário é reconhecido e valorizado, portanto se dedique desde o primeiro dia. Todos querem campeões em suas equipes.
 
4 – Bom relacionamento. Gestores identificam características como disposição, empatia e facilidade de entrosamento como diferenciais. Saiba demonstrar essas qualidades.
 
5 - Adaptabilidade. Adaptação a novas ideias e conceitos também são bem vistos pelos líderes. 
 
6 – Responsabilidade. Vagas temporárias são extremamente desejadas, portanto é preciso saber reconhecer a responsabilidade de ocupar uma delas e suas atribuições. Sempre entregar o que for pedido no prazo determinado é primordial.
 
7 – Cuidado com o uso das redes sociais. Não fazer reclamações do trabalho nas redes sociais é uma regra a ser seguida. Também ter cautela ao se referir a empresa onde trabalhou anteriormente. Profissionais de recursos humanos estão ligados diariamente nos perfis dos funcionários. Antes de postar qualquer coisa, pense: “eu falaria isso na frente do meu chefe?. Também é necessário evitar relacionar bebidas uso de drogas lícitas e ilícitas no perfil.
 
8 – Reconhecimento. Humildade e postura demonstram maturidade profissional.
 
9 – Aprender a lidar bem com as críticas. O profissional que aprende a receber e a conviver com o feedback, positivo ou não, essa atitude demonstra sua vontade de melhorar sempre e contribuir cada vez mais com a equipe. Deve-se aceitar críticas com humildade.
 
10 – Salário não é tudo. Não se pode procurar o emprego somente pelo dinheiro, pois assim o foco será distorcido. Procurar atividades com as quais se identifica é importante para ter sucesso nas atividades. A dica é procurar um trabalho que em que sinta vontade de permanecer por anos e crescer na organização, se não será uma perda de tempo.
 
11 – Dress Code. Aparência é fundamental e está diretamente ligada à receita das empresas. É preciso estar sempre bem apresentável para ganhar credibilidade. Evitar decotes, roupas muito justas ou curtas, barba por fazer e unhas mal cuidadas. A aparência é o cartão de visitas do profissional.
 
12 – Legalidade. Buscar iniciar o projeto profissional de maneira formal, pois o trabalhador temporário deve ter os mesmos direitos e benefícios de um funcionário contratado pelo regime da Consolidação das Leis do Trabalho (CLT), com registro.
 
13 – Regra de ouro. Engajamento se resume em proatividade, espírito de equipe, resiliência, postura, pontualidade, cumprimento de metas, dedicação e simpatia, qualidades que farão o colaborador permanecer, crescer e prosperar.
 

sexta-feira, 31 de outubro de 2014

COMO FUNCIONA UM CURSO DE LIDERANÇA E GESTÃO DE PESSOAS

Antes de qualquer coisa, é importante compreender que liderança e gestão de pessoas são aspectos diferentes, porém, totalmente interligados.
Liderança é a habilidade de aglutinar, inspirar e desenvolver pessoas, e de agregá-las a uma ideia a partir de sua influência. Além de possuir boa oratória, flexibilidade, adaptabilidade, ser positivo, entre outros fatores. Essas competências podem ser naturais do indivíduo ou podem ser desenvolvidas com treinamentos de coaching e liderança.
Gestão de pessoas, por outro lado, se trata de processos praticados pelo líder para gerir uma equipe. Ele pode utilizar técnicas, ferramentas e sistemas que facilitam o dia a dia, tornando sua gestão cada vez mais efetiva.
Por isso, se você é líder ou almeja uma posição de liderança, vale a pena procurar um curso que desenvolva de forma abrangente os dois âmbitos: a liderança e a gestão, uma vez que ambos caminham juntos e um não funciona positivamente sem o outro.
Veja abaixo alguns pontos fundamentais que um curso de liderança e gestão de pessoas deve abordar para ser realmente efetivo:

CONHECIMENTO E PRÁTICA

Antes de se inscrever em um curso, certifique-se de que o mesmo é pautado em conteúdo, práticas e dinâmicas.
A neurociência explica que a emoção interfere positivamente na retenção da informação, sendo assim o processo de aprendizagem torna-se substancialmente mais efetivo quando há um estimulo de cocriação e envolvimento do participante.

AUTOCONHECIMENTO

Um curso de liderança que realmente gera resultado é aquele vai além das ferramentas, e promove também o autoconhecimento.
O entendimento sobre si mesmo, propicia consciência clara de suas habilidades e capacidades. Consequentemente, há a identificação de suas características e habilidades que precisam de melhoria de maneira pontual. Assim, é possível descobrir quais pontos precisam ser aprimorados para você se desenvolver e se tornar um líder cada vez melhor.
O Leader Coach Training, oferecido pelo Instituto Brasileiro de Coaching – IBC, mescla essas de técnicas de gestão e desenvolvimento da liderança a partir de suas particularidades. Trata-se de uma metodologia assertiva para alcance de resultados extraordinários.

COMUNICAÇÃO E RELACIONAMENTO INTERPESSOAL

Treinamentos de qualidade enfatizam o desenvolvimento da comunicação e relacionamento interpessoal do líder, afinal um dos papéis do gestor é justamente direcionar pessoas em prol de um objetivo comum. Sendo assim, ter a habilidade de lidar com pessoas torna-se uma necessidade básica.
Para que a equipe esteja em sintonia, é imprescindível que todos se entendam de maneira clara a partir de uma comunicação efetiva e um bom relacionamento.

GERENCIAMENTO DA EQUIPE

Entre as habilidades de um líder de alta performance, está a de saber delegar. Mas não basta apenas distribuir tarefas, é necessário ser estratégico com foco em resultados sustentáveis e duradouros, direcionando demandas de acordo com as competências de cada integrante da equipe, obtendo o melhor de cada um.
Para isso, é necessário conhecer o perfil de cada liderado e identificar quem possui maior competência para assumir determinada responsabilidade. Uma ferramenta extraordinária para este fim é o software Coaching Assessment, um mapeador de talentos exclusivo do IBC que irá se tornar um braço direito para sua gestão.

GESTÃO DE TEMPO

Todo líder deseja, ao final do mês, entregar um resultado excepcional. Uma vez que a sincronia da equipe é fundamental para realizar as atividades variadas dentro de metas e prazos definidos, também vale a pena investir em treinamentos que trabalham a gestão do tempo.
Lembre-se de que correr com as demandas diárias nem sempre leva a maiores e melhores resultados. Muito pelo contrário: a pressa pode prejudicar o desempenho de todos, gerando estresse, ansiedade, além de erros.

FEEDBACK

Considerando que parte da sua missão como líder é conduzir seus liderados a se tornarem cada vez melhores em suas funções, é sempre interessante aprimorar sua habilidade de dar feedbacks.
Um dos erros mais comuns ao dar feedback é a falta de clareza, que pode ser ocasionado por um acompanhamento desfalcado do desempenho do profissional ou pela comunicação inadequada. O ideal é que se aborde este tópico em todo curso liderança e gestão.

RECONHECIMENTO

Por fim e não menos importante, exercite o hábito de reconhecer sua equipe, pois é ela que presta todo o suporte para que você chegue a patamares cada vez mais altos.
Um profissional que é reconhecido por seu desempenho se sente competente e mais confiante na realização de seu papel, naturalmente aumentando seu engajamento e resultados. Portanto, dar o devido crédito aos seus colaboradores é fundamental para o crescimento contínuo de todos.
A gratidão não costuma estar inserida nos cronogramas de cursos de liderança e gestão. Por isso, busque por si mesmo o aprimoramento e aplicação deste fator essencial.

COACHING

Hoje o Coaching é o método mais utilizado por aqueles que desejam unir excelência em liderança e gestão. Isso porque o método reúne ferramentas e técnicas de diversas ciências — além de abordar todos os pontos acima citados — a fim de desenvolver habilidades e competências necessárias para uma gestão assertiva e eficaz.
O profissional que realiza um curso de Coaching focado em liderança tem conhecimento suficiente para conquistar resultados ainda melhores, pois desenvolve um ambiente propicio a cocriação e a produtividade.
Essas dicas foram úteis para você? Comente e compartilhe com seus amigos!


quinta-feira, 30 de outubro de 2014

3 dicas para começar a planejar seu negócio para 2015

Começar o planejamento do negócio com antecedência é condição essencial para que a pequena empresa não perca tempo em janeiro e já comece o ano com ações e metas estabelecidas.



Faltam pouco mais de dois meses para o final de 2014 e quem éempreendedor já precisa estar pensando no próximo ano. Começar o planejamento do negócio com antecedência é condição essencial para que a pequena empresa não perca tempo em janeiro e já comece o ano com ações e metas estabelecidas.
Para Cynthia Serva, Coordenadora do Centro de Empreendedorismo e Inovação do Insper, em um momento como o que se vive, planejar se tornar ainda mais importante. “O empresário tem que pensar nisso desde já, principalmente com um cenário mostrando a economia não muito favorável”, diz Cynthia.
Nestes meses que faltam para acabar 2014, o empreendedor já pode fazer um balanço do ano, pensando nas ações que deram certo ou não e no que pode ser feito em 2015. “É uma iniciativa que ele tem que ter. Ele tem que olhar a empresa como um todo, do ponto de vista interno e externo”, indica Joaquim Xavier, gerente do Sebrae-SP.
Analise o setor
Assim como os indicadores macroeconômicos, o empresário precisa analisar também a situação do seu setor. “O mais importante é entender os sinais do setor, de ponto de vista econômico, legal, estrutural, e se isso afeta diretamente o seu negócio”, diz Cynthia.
Veja se produtos substitutos podem ameaçar sua operação. “Pense em como isso vai afetar no médio e longo prazo e trace objetivos”, afirma a professora.
Para Xavier, este é um processo que deve ser contínuo e dinâmico. “Você não faz agora e engaveta. A dinâmica social e econômica muda e você tem sempre que estar de olho no que está acontecendo no mercado”, explica o consultor.
Veja também como a concorrência está se saindo. Analise como foi 2014 para os principais concorrentes, como eles inovaram e quais tendências sua empresa ainda pode aproveitar. “Não pode perder do radar o que a concorrência está fazendo. Tem que ser o dever de casa que o empreendedor tem que seguir rotineiramente”, sugere Cynthia.
Tenha um plano de ação
Trace metas, pense em objetivos e fique de olho no mercado. Passada esta fase, é preciso desenhar um plano de ação, com prazos bem definidos. “Uma coisa importante é dividir o planejamento em níveis, como estratégico, tático e operacional, traçando estratégias de ações para alcançar o resultado e levando isso para toda a empresa”, ensina Xavier.
Monitore e busque aprimoramento
Monitore com frequência o andamento das metas estabelecidas, desde o começo do ano. Não espere que as coisas estejam ruins para começar a medir. “Além de planejar, ele precisa estudar as finanças, onde pode mexer em custos, melhorar o marketing e buscar clientes, novos mercados”, diz Xavier.
Fonte: Exame.com