sexta-feira, 28 de setembro de 2018

Por que é importante investir em treinamento e capacitação de funcionários?


Obter os candidatos apropriados para as posições requeridas não é uma tarefa fácil, e uma vez que você tenha o pessoal que fará parte dessa grande equipe, é necessário continuar com seu desenvolvimento e estabilidade profissional dentro da empresa.

treinamento desenvolvimento










Toda organização de sucesso tem seu capital humano como uma base sólida, e é por isso que as empresas se esforçam para selecioná-lo. As empresas que estão realmente comprometidas com a qualidade tendem a investir em treinamento, porque elas não apenas reconhecem, mas também tomam como certo que tais investimentos agregam valor às capacidades humanas da empresa.
Obter os candidatos apropriados para as posições requeridas não é uma tarefa fácil, e uma vez que você tenha o pessoal que fará parte dessa grande equipe, é necessário continuar com seu desenvolvimento e estabilidade profissional dentro da empresa. Conheça os benefícios do treinamento para a equipe:

1. Promove motivação
Os funcionários estão sempre esperando um valor agregado das empresas em que trabalham e, se você lhes der treinamento que melhorará seu currículo, eles certamente o apreciarão. E você não deve temer que agora mais capazes decidirão ir para outra empresa, pelo contrário, eles serão mais fiéis à sua organização.

2. Resolução de problemas
No caminho, sempre haverá problemas que não podem ser resolvidos com as capacidades atuais da equipe, mas e se você apresentar ferramentas que podem levar a solução das dificuldades? Investir em treinamento não é apenas aprender coisas novas, é resolver problemas anteriores.

3. Você não terá que monitorar tudo
Um dos maiores erros dos gerentes é fazer muito microgerenciamento, ou seja, estar no topo de todas as funções de toda a equipe e ficar sem tempo para o que é importante. O treinamento melhorará o desempenho dos funcionários e isso fará com que os gerentes se sintam mais seguros para supervisioná-los de maneira menos contínua e mais produtiva.

4. Aumento da produtividade e qualidade do trabalho
Motivação e habilidades são fundamentais para uma equipe ser produtiva, mas não significa apenas fazer mais trabalho em menos tempo, é entregar resultados satisfatórios para a empresa e para os clientes. Mais ferramentas gerarão maior capacidade produtiva e isso elevará seu nível de qualidade.

5. Clientes mais confiantes, maior rentabilidade
Seus clientes também se beneficiarão desse investimento, podemos garantir que eles querem a equipe melhor treinada trabalhando para eles. Saber que a empresa com a qual trabalham constantemente atualiza seus colaboradores,  dará confiança aos clientes e sentirão que estão nas mãos de especialistas. E, como sabemos, quanto mais felizes seus clientes estiverem com o trabalho entregue, mais eles comprarão ou recomendarão seus serviços.

Por Luciana Ferreira
Portal Contábeis

quarta-feira, 26 de setembro de 2018

Fofoca e assédio moral

O funcionário que seja exposto a situações humilhantes, constrangedoras, repetitivas e prolongadas durante a jornada de trabalho e no exercício das funções está sendo assediado moralmente.

assedio moral empresa









Recentes condenações de empresas envolvendo valores entre R$ 5.000,00 a R$ 30.000,00 tem sido aplicadas às empresas que são omissas na apuração de eventuais assédios morais envolvendo seus funcionários que espalham fofoca no ambiente corporativo.

O funcionário que seja exposto a situações humilhantes, constrangedoras, repetitivas e prolongadas durante a jornada de trabalho e no exercício das funções está sendo assediado moralmente.
Desta maneira caso os ditos fofoqueiros que não são punidos, (pode ser demitidos justa causa) e sequer inqueridos por investigações internas podem representar passivos importantes às empresas.
Seja qual o for o tipo de assédio sofrido, seja ele descendente – vindo da chefia para os subordinados, seja o horizontal – cometido por pessoas de mesma hierarquia ou o ascendente – cometido de subordinados para com a chefia, em todos a empresa ou instituição tem que tomar medidas para coibir tal prática.


É neste momento que entra em cena o compliance como uma importante ferramenta a fim de não só combater esse tipo de prática, mas melhorar o ambiente interno das empresas e é claro, mitigar riscos trabalhistas.
É importante dizer que os programas tem que ser efetivos, ou seja, não basta apenas que a empresa tenha estampado em seus manuais de conduta e códigos de ética proibições expressas contra o assédio moral por exemplo.


A efetividade de um bom programa de compliance se mede com o envolvimento real da empresa e, estar em conformidade com as leis como um todo desde o chamado Tom do Topo, com o compromisso da alta administração até que a mensagem chegue em todos os níveis da organização.
Esta efetividade se dá através de capacitação de todos os envolvidos (inclusive os terceirizados) acerca dos valores, normas e princípios que devem ser seguidos, seja por força legal ou por determinação da empresa ou instituição.


A empresa também terá que proporcionar a todos que com ela interagem um canal de denúncia que seja acessível a todos, conforme determina a CGU em seu manual de diretrizes, a fim de que qualquer pessoa possa se fazer ouvir. É importante observar que em algumas empresas ou instituições existem funcionários que não tenham acesso a computador ou internet, assim, deve-se estar atento à necessidade de oferecimento de alternativas à denúncia online ou até mesmo física.
Assim, como na Justiça do Trabalho a conduta de assédio moral, se caracterizada, gera indenização para aquele assediado, e consequentemente indenizações as empresas e instituições tem que se valer de efetivo programas de integridade – o compliance – para que consiga eliminar ou reduzir os riscos de suas organizações em geral, neste caso os trabalhistas.


Finalmente, não basta à empresa ou instituição ter suas regras escritas ou manualizadas. É preciso, treinar reiteradamente seus colaboradores acerca de atitudes esperadas deles certamente trará benefícios às empresas e instituições além de uma real economia financeira.


Por: Luiz Fernando Nóbrega
O autor é Consultor de Compliance e Perito Contábil

Portal Contábeis.

sexta-feira, 21 de setembro de 2018

Uma boa comunicação pode impulsionar a carreira corporativa

Não se trata apenas de saber se vender no mercado; a capacidade de lidar com colegas e equipes é fundamental para estimular o desempenho e a produtividade.


Que a comunicação é primordial, na vida particular e no mundo corporativo, não há a menor dúvida. A capacidade de expressar ideias e mobilizar outras pessoas é essencial para construir relacionamentos, educar filhos, formar equipes, superar concorrentes. Mas existem alguns mal-entendidos a respeito dessa competência tão importante.
Um dos mais comuns é: comunicar-se bem significa falar bem. Não necessariamente. “Saber ouvir é uma qualidade indispensável e pouco encontrada no mundo corporativo”, afirma Mara Behlau, professora do Insper, especialista em voz e consultora em comunicação humana. “Muitas vezes, as pessoas falam sem parar e têm certeza de que o outro entendeu.”
A professora lembra que, em diversos casos, a fala excessiva surge da necessidade que muitos profissionais sentem de se mostrar ativos. “Um gestor extrovertido parece muito participativo, mas também repetitivo. O introvertido é mais observador, porém parece desinteressado, sem opinião.” O ideal, diz ela, é ser ambivertido: “Há momentos para observar e momentos para se expor, trazer ideias”.
Diferentes linguagens
Outro equívoco muito presente nas empresas é acreditar que o talento técnico supera a capacidade de comunicar. Na verdade, os dois são complementares. “As pessoas são contratadas por habilidades técnicas e são demitidas por questões comportamentais”, observa Mara. Afinal, de pouco adianta saber realizar o trabalho se o profissional não consegue se expressar com clareza, seja com os colegas, os gestores, os fornecedores ou os clientes. Ou, o que é pior, não escuta o que eles têm a dizer nem percebe suas peculiaridades e necessidades.

Quem se expressa bem e desenvolve a capacidade de ouvir acaba tendo mais chances de ser promovido e convocado para projetos mais complexos. Também colabora para que o ambiente de trabalho seja mais agradável, com profissionais que atuam em conjunto de forma engajada e produtiva.
“Estamos vivendo uma nova economia, baseada no compartilhamento. Tudo no mundo dos negócios depende da capacidade de construir relações”, afirma Leni Hidalgo Nunes, professora do Insper nos temas de liderança e gestão de pessoas. Ela lembra que, à medida que evoluem no trabalho, os profissionais precisam ainda mais dessa habilidade. “Para as pessoas que subiram na carreira, a comunicação é essencial, porque existe o risco do isolamento.”Em um cenário em que existem várias linguagens disponíveis, com suas características e limitações, é preciso aprender a lidar com cada uma. Por exemplo: há informações que podem ser repassadas por e-mail – em geral, comunicados formais, objetivos, com instruções claras. Mensagens urgentes podem seguir por aplicativos como o Whatsapp. Reuniões servem para mobilizar pessoas, mas precisam ter propósitos visíveis e horário para terminar. Palestras e cursos motivam e são eficientes para atualizar os colaboradores com informações novas. Cada um desses recursos pode ser usado de diferentes maneiras, seja para manter as equipes motivadas, seja para lidar, de forma direta e transparente, com situações de crise.
SOBRE O INSPER
O Insper é uma instituição independente e sem fins lucrativos dedicada ao ensino e à pesquisa nas áreas de administração, economia, direito, engenharia, marketing e políticas públicas. Tem como missão ser um centro de referência, explorando complementaridades nessas áreas. Suas atividades de ensino abrangem cursos para todas as etapas de uma trajetória profissional. Em seu campus, na Vila Olímpia (São Paulo, SP), oferece desde cursos de graduação (economia, administração e engenharia) até de pós-graduação (MBA, certificates, mestrados profissionais e doutorados) e de educação executiva (programas customizados e de curta e média duração).

UM CONTEÚDO DE /REVISTA EXAME.

quinta-feira, 20 de setembro de 2018

Sinais De Um Profissional Na Zona De Conforto

É comum que com o passar do tempo (registre-se aqui não apenas os anos, mas também os meses) é comum que o profissional sinta-se seguro pela experiência adquirida no dia a dia. Todavia, isso não significa que ele chegou ao “ponto ideal” e que tampouco não precise aprimorar ou desenvolver novas competências. Por esse motivo, o permanente processo de autodesenvolvimento faz o diferencial significativo para a carreira de qualquer pessoa, não importa o segmento que ela atue. Se por um lado há profissionais que têm a preocupação de se manter “conectados” e acompanhar as transformações no meio organizacional, existem os que caem na chamada zona de conforto. Em princípio, essa expressão poderia nos remeter a uma situação de tranquilidade, mas é um estado de “perigo”. Isso porque o indivíduo simplesmente congela no tempo e no espaço, não progride e tem a sua empregabilidade ameaçada por ficar obsoleto não apenas em relação às inovações, mas também às pessoas que o cercam. A seguir, confira alguns sinais de quem se encontra na zona de conforto e fique atento para se manter longe ou mesmo sair dela.
1 – “Autoconfiança” em excesso – “Estou muito bem dessa forma. Para que vou mudar se o que faço há 20 anos sempre deu certo?”. Esse é um dos erros mais sérios que qualquer profissional comete para si: acreditar firmemente que sua bagagem sempre será suficiente diante de um mundo em constante transformação.
2 – Mudança é moda – Nem tudo que surge deve ser enquadrado como modismo e que, brevemente, será relegado ao esquecimento. É muito mais cômodo para quem está na zona de conforto acreditar que os processos de inovação passarão rapidamente, apenas para lhes dar o respaldo de que é desnecessário investir até mesmo em si. Sempre existirá algo novo e positivo para serem incorporados ao conhecimento já “armazenado” através das nossas vivências.
3 – Falta de perspectivas? – É inegável que a zona de conforto tira as perspectivas das pessoas, seus sonhos e até a autoconfiança. A partir do momento em que o indivíduo fica “paralisado”, deixa de sonhar e quando isso ocorre, a pessoa abre as portas para um caminho escorregadio. Sem perspectivas o indivíduo fica vulnerável tanto no campo pessoal quanto profissional.
4 – Choque de gerações – Lidar com profissionais que não façam parte da sua geração é algo que dificilmente agrada a quem vive na zona de conforto. Os jovens nunca o entenderam e nem fizeram esforço para compreender seu “ponto de vista”. A experiência é o que conta na prática e quem chega só tem que seguir a sua “cartilha”.
5 – Faz isso? – Delegar responsabilidades é uma ação saudável para qualquer profissional. Contudo, não são raros os casos de profissionais que aproveitam a oportunidade dos anos de casa e quando um estagiário ou um funcionário é recém-contratado, perdem a coragem para tudo. É uma lista enorme de pedidos inusitados: pega um cafezinho, faz uma ligação para o ramal tal, não se esqueça de verificar se todas as luzes da sala foram apagadas. Lógico que um ou outro pedido não tira pedaço, mas pedir água a um colega de trabalho quando o garrafão está à sua frente, é sinal de comodismo explícito.
6 – Tempo – “Eu não tenho tempo para gastar com bobagens!” Quantas pessoas já não proferiram essas palavras, quando o assunto foi realizarem um curso, um treinamento? Quando a gente não quer, qualquer desculpa serve…
7 – Minha paz – Outro argumento muito usado por quem está na zona de conforto e deseja permanecer nela, é afirmar que quando alguém está disposto a lhe apresentar algo que o faça mudar seus hábitos, tem apenas o objetivo de lhe tirar a paz, a tranquilidade. Nesse caso, o processo de aprendizagem é considerado como um “vilão” e não uma oportunidade de crescimento profissional.
8 – Não dá certo – Quando alguém está na zona de conforto acredita firmemente que as mudanças são ruins para ele e para os que estão à sua volta. Caso veja algum profissional empenhado em um processo de melhorias para o seu departamento, faz questão de comentar com os demais colegas “Isso não vai dar certo. Olha o que estou dizendo!”. Ou seja, nem faz e não deseja que outra pessoa o faça.
9 – Boa vida! – Muitas vezes, quem está na Zona de Conforto e vê um colega de trabalho dedicando-se à realização de um determinado curso, ao invés de tomar aquela pessoa como fonte de inspiração para sair do comodismo, aproveita a oportunidade para chamar quem se esforça de “boa vida””. “Ah, fulano faz isso e aquilo porque não tem responsabilidades, é um verdadeiro boa vida”. Ou seja, inverte totalmente a situação.
10 – Péssimo ouvinte – Outra característica de quem vive na desconfortável “Zona de Conforto” é não parar para ouvir o que a outra parte tem a lhe dizer. Quando o assunto não o agrada, levanta-se e não quer conversa. Argumento não existe, ele simplesmente não quer escutar e “ponto final”.
Por Patrícia Bispo
Fonte: RH PORTAL

quarta-feira, 19 de setembro de 2018

Educação financeira para garantir a rentabilidade




precificação honorários
Qual a importância da educação financeira? A resposta está nas estatísticas do Sebrae: pouco mais de 20% daqueles que abrem um negócio ultrapassam a linha dos cinco anos.














A educação financeira tem por finalidade ajudar as pessoas a administrar os rendimentos, ou seja, os gastos devem ser compatíveis com as entradas de recursos financeiros. Quanto antes tiver início, este aprendizado facilita a compreensão e definição dos padrões a ser praticados. Os pais podem treinar seus filhos a administrar o dinheiro do lanche e outras coisinhas com a mesada semanal. Ajudá-los a planejar o período e ao final prestar contas para atestar se aconteceu da forma prevista é fundamental, pois este ensinamento contribuirá para toda a vida da criança que logo se transformará num adulto e, quem sabe, num empresário.
 Muitos empresários detestam trabalhar com números, mexer com papéis, planilhas, conferir o saldo bancário, fazer e analisar o fluxo de caixa, atividades que parecem chatas e podem revelar antecipadamente problemas que acabarão com o resto da semana. Alguns dizem que preferem viver na ignorância a sofrer por antecedência. Pode parecer desanimador o que direi, mas o objetivo da administração financeira é antever eventuais dificuldades, não para sofrer, mas para mudar o rumo enquanto é tempo. Imagine que você é o capitão de uma tropa do exército que está marchando em determinada direção. Você prefere caminhar sem preocupação e improvisar a solução quando o  problema surgir, correndo sérios riscos de não encontrá-la , ou seria melhor planejar a rota, ter bastante atenção e colocar um soldado experiente para caminhar à frente a fim de identificar a presença do inimigo? Dependendo do momento de descoberta do problema pode ser muito tarde para reagir, então será o fim.
 A definição de educação financeira apresentada no site do Banco Central do Brasil ajusta-se às pessoas e às empresas: “é o processo mediante o qual os indivíduos e as sociedades melhoram sua compreensão dos conceitos e produtos financeiros”. Uma empresa que comercializa insumos agrícolas, por exemplo, e que busca constantes aprimoramentos para oferecer aos clientes mais por menos está no caminho certo, mas se não investir na Educação Financeira, no conhecimentos das regras que regem o mercado financeiro, poderá não conseguir atingir o primeiro objetivo. Portanto, o conhecimento financeiro é essencial para todas as pessoas jurídicas e físicas.
Acredito que o conceito e a necessidade da educação financeira tenham ficado bastante claros e agora você deve se perguntar: por onde devo começar? Melhor ainda se você até então não empreendeu, pois terá tempo para aprender e errar menos. Mas ser você já é empresário há o ponto positivo de que o aprendizado teórico soma-se à prática, acelerando o entendimento. Esses conhecimentos teóricos podem ser conseguidos nas universidades, mas também em cursos de duração mais curta, como os oferecidos pelo Sebrae, bem como pela leitura de livros.
É imprescindível separar as finanças (dinheiro) das pessoas jurídica (PJ) e física (PF). Este que parece ser apenas um detalhe é muito mais, pois com a confusão das finanças e a desorganização dos controles internos (administrativos e financeiros) fica impossível compreender o que está acontecendo. O empresário que não sabe quanto está gastando e quando possui mais dinheiro do que a empresa também desconhecerá o quanto investiu nela. Uma regra básica é definir o pró-labore (salário justo para colocar um profissional para lhe substituir), montante que deve ser transferido em uma ou duas parcelas para a conta dele.
Outro ponto importante é a definição do sistema (software) para a gestão do seu negócio. Muitas vezes a busca é pelo que tem menor preço, mas o barato pode sair caro. Invista tempo para conhecer diversos softwares. Se você se sente incapaz de tomar a decisão sozinho peça a ajuda de um consultor, contador ou outra pessoa com experiência. O sistema deverá ser passível de controlar amplamente o negócio, mas destaco os pontos principais e básicos:

            . Módulo integrado de faturamento e contas a receber ;
            . Relatórios de vendas, contas a receber e a pagar;
            . Gestão do estoque;
            . Cadastro de clientes e fornecedores;
            . Controle da movimentação bancária que permita a conciliação;
            . Fluxo de caixa (resumo da evolução financeiras - pagar e receber)
            . Demonstração do Resultado do Exercício (DRE)
            . Cópia de segurança (back-up)

 É comum observar o empresário com a mão na massa, isto é, atuando diretamente na produção ou vendas, mas isto é um equívoco. O empresário deve dedicar-se à gestão do negócio, analisar números para atestar se o desempenho está de acordo com o planejamento. Sem a análise das finanças é impossível saber se a empresa está apurando lucro. Interferir para ajustar o que não caminha bem deve ser a principal atividade do empresário.

Fonte: Portal Contábeis/Gilmar Duarte.









Demitidos pelo Comportamento

9 em cada 10 profissionais são contratados pelo perfil técnico e demitidos pelo comportamental

Levantamento da Page Personnel aponta que 90% dos colaboradores são desligados das empresas por conduta inesperada ou inapropriada; veja alertas que devem ser considerados quando houver problemas desencadeados pelo lado comportamental.



Nove em cada 10 profissionais são contratados pelo perfil técnico e demitidos pelo comportamental. É o que aponta o levantamento da Page Personnel, consultoria global de recrutamento para cargos de nível técnico e suporte à gestão.


O estudo leva em conta as respostas de 1.400 executivos de recursos humanos de janeiro até agosto, de empresas dos setores de varejo, vendas, TI, propriedade e construção, marketing, finanças, engenharia e RH.


De acordo com Renato Trindade, gerente da Page Personnel, há muitos profissionais qualificados tecnicamente, com um currículo repleto de bons cursos e atividades complementares, mas tanto repertório não é suficiente para conquistar uma boa vaga.


"O profissional precisa ter uma forte inteligência emocional e buscar novas habilidades, como trabalhar em equipe, respeito ao próximo, inspirar e desenvolver pessoas. Muitos executivos acabam sendo atropelados pelo próprio ego e pagando um preço alto, muitas vezes acarretando em demissão”, explica.


Renato Trindade elenca 5 alertas que os profissionais devem considerar quando houver problemas desencadeados pelo lado comportamental:


Curva de aprendizado em declínio (alerta: baixo desenvolvimento)



Quando foi a última vez que você adquiriu uma nova habilidade? Ou que enfrentou um desafio real? Se você não tem se sentido estimulado ultimamente, talvez seja melhor começar a pensar em um novo rumo para a carreira. Aprender com o trabalho é extremamente importante.


Chances de promoção fora do radar (alerta: estagnação)



Permanecer estagnado na mesma posição por muito tempo pode afetar a satisfação e até a performance no emprego. Quando não há chance de promoção, as pessoas tendem a ficar desmotivadas. Quando isso acontece, o trabalho se torna uma obrigação. Trabalho é sempre trabalho, mas é possível e importante gostar daquilo que se faz. Caso isso não seja uma opção, é outro sinal para sair de onde está.


Dificuldades para ser autêntico (alerta: adaptação inviável)



Você evita falar o que pensa no trabalho? O ambiente é tão engessado que você não consegue nem ter uma conversa relaxada com seus companheiros de equipe? Suas ideias sempre são imediatamente descartadas? Então, provavelmente, você já começou a se autossabotar. Quando paramos de ser autênticos, os problemas vão começar a surgir.


Quando não há liberdade para expressar minimamente as verdades, é muito difícil que haja uma boa combinação até mesmo com a cultura da companhia. No longo prazo, as chances de a companhia buscar alguém com perfil mais bem adaptado à realidade imposta é muito grande. Falta de autenticidade prejudica inclusive o potencial de liderança.


Problemas de saúde com frequência (alerta: estresse e somatização)



Em casos mais sérios, o estresse ocasionado pelo trabalho pode ser o gatilho para vários tipos de complicações de saúde. Desde problemas de pressão até ataques de pânico e ansiedade, afetando de forma realmente negativa o cotidiano. O estresse pode ser considerado como elemento comum de qualquer rotina, até mesmo quando chega a níveis mais alarmantes.


Porém, quando ataques de pânico e ansiedade se tornam comuns, infelizmente é sinal de que não há outra alternativa. Não cabe julgamento, mas vale pensar em mudança. Saúde é prioridade. E outro detalhe: sem saúde mental e física, não existe alta produtividade. Quando as pressões externas refletem no corpo, ocorre o processo de somatização, um vilão para a vitalidade.


Dificuldades para se desligar dos problemas (alerta: riscos à reputação)



Falar apenas sobre o trabalho pode ser um sinal de problema. O equilíbrio entre vida profissional e pessoal está cada vez mais em foco no mundo corporativo, e com um bom motivo. Se você não consegue tirar sua cabeça do local de trabalho, é provável que ele esteja demandando muito de você. Todos falam sobre a carreira com amigos e família, mas há sempre outros tópicos de conversa.


Além disso, uma pessoa que não está conseguindo se livrar dos problemas pode estar queimando a reputação perante colegas e gestores. Um profissional de alto nível pode se tornar aos olhos mais próximos alguém com baixa capacidade de lidar com crises. A reputação é um valor intangível, porém, crucial numa troca de trabalho. Não existe networking sem boa dose de reputação.

Fonte G-1

terça-feira, 18 de setembro de 2018

7 atitudes que podem acabar com a imagem do funcionário

Uma carreira de sucesso em uma boa empresa com uma excelente remuneração é o sonho de todo profissional. Para alcançá-lo, boa parte dos trabalhadores investem, continuamente, em formações e especializações, de maneira a tornar o currículo cada vez mais atraente. A má notícia é que só isso não basta para alcançar o tão sonhado sucesso profissional.
7 atitudes que podem acabar com a imagem de qualquer profissional:
1. Cara feia
“Cara feia mostra imaturidade, falta de racionalidade e insensatez. Se há algum problema, seja no trabalho ou em qualquer ambiente, devemos conversar para que haja um consenso e o problema seja resolvido”, diz Almeida.
Para que sejamos bons profissionais, o especialista defende a maturidade como arma para a resolução de conflitos e discordâncias. “Bom ânimo e sorriso no rosto não custam nada e deixam a vida mais leve, tornando o trabalho mais prazeroso.”
2. Falta de flexibilidade com tarefas menos prazerosas e demandas extras
“Com um mercado cada vez mais competitivo, a exigência por profissionais flexíveis, dispostos e funcionais está cada vez maior. Posicionamentos do tipo ‘não sou pago para fazer isto’ podem ser considerados suicídios profissionais. Se o profissional quer alçar voos maiores, ele deve fazer diferente da maioria das pessoas e entender que quando é solicitado para tarefas extras, significa que acreditam que sua capacidade está além daquilo que faz cotidianamente.” O especialista ainda cita a máxima: “Faça aquilo que qualquer um pode fazer e logo aparecerá alguém que faça pela metade do valor. Faça algo que ninguém está disposto ou capacitado a fazer e logo será indispensável”.
3. Procrastinação constante
“A procrastinação faz com que você trabalhe em dobro, traz cansaço mental e físico e acaba se tornando um ciclo vicioso que faz com que sua função e seu tão sonhado cargo torne-se um fardo.” Segundo o especialista, a procrastinação cega anula o indivíduo, compromete o desempenho e destrói resultados. Se deseja ser disputado pelo mercado, a dica é se livrar deste hábito o mais rápido possível e começar a realizar as tarefas que tanto empurra com a barriga.
4. Dizer não sem argumentos
Claro que se pode dizer ‘não’ ao chefe ou a qualquer outra pessoa, porém o especialista alerta que devemos sempre analisar a forma como isso é feito e as consequências. “Esse ‘não’ tem que ter coerência e bons argumentos. Um ‘não’ sem fundamento lógico pode ser confundido com insubordinação, o que pode colocar seu cargo em risco.”
Almeida orienta que, quando você se recursar a fazer algo, use sempre um tom respeitoso, levando em conta a posição hierárquica e a experiência do seu líder.
5. Fofocas e ‘indiretas’
Além de ser antiético, um comportamento que inclui fofocas e “indiretas” é um dos mais indigestos no meio corporativo. “Destoa completamente do âmbito profissional e transmite falta de confiança. É uma atitude que, além de prejudicar os profissionais que são alvo da fofoca, com o tempo acaba com a imagem do ‘fofoqueiro’.”
6. Falta de zelo com a imagem online e off-line
Todo mundo já ouviu dizer que uma imagem vale mais do que mil palavras. Essa é uma das verdades que o professor defende. “A forma que nos cuidamos diz muito o nível de respeito. Costumo dizer que se gostamos daquilo que fazemos, devemos nos arrumar como quando vamos a uma festa, preocupando-nos com cada detalhe. O profissional precisa entender que devemos nos preocupar em passar seriedade e boa impressão sempre.”
No âmbito virtual, segundo ele, não deve ser diferente. “Não podemos ser uma pessoa no ambiente de trabalho, outra na comunidade e outra nas redes sociais, não somos personagens. Somos a mesma pessoa e assim seremos vistos, então todo zelo e cuidado é pouco.”
7. Comodismo
A última e não menos importante atitude que devemos avaliar é o comodismo. Nada nunca permanecerá igual: ou subimos ou descemos. “Da mesma forma, ninguém sabe de tudo. Somos seres ‘aperfeiçoáveis’ e devemos buscar constantemente novas técnicas e conceitos dentro ou fora de nossa área de atuação, principalmente nos dias de hoje, onde tudo muda muito rápido. Se você não expandir sua mente, não estudar, não buscar capacitação, vai ficar para trás, vai despencar e pode perder lugar no mercado.”
Fonte :Forbes.

Inteligencia Artificial #ia

"Encaro como novas oportunidades para profissionais antenados e sagazes. Ah, vejo também que quando esse pessoal escrevem e falam parecem “terroristas” ou vivem em redomas, ainda mais com a triste realidade das pequenas empresas que são as grandes geradoras de emprego e o principal motor da microeconomia." (meu capitão mestre Odair Batista sempre tem uma boa resposta) Obrigada por tudo


Inteligência artificial deve remodelar contabilidade

"O caminho da automação é uma realidade e irreversível", segundo diretor da Fenacon

É fato que a inovação tecnológica trouxe novos desafios aos mais variados segmentos do mercado e no caso da área contábil não foi diferente. Se, em parte, as novas tecnologias conseguiram superar a resistência do setor com o novo, agora a categoria vislumbra formas de usá-las a seu favor.
Para o vice-presidente do CRCPR (Conselho Regional de Contabilidade do Paraná), Laudelino Jochem, a contabilidade no Brasil vive um momento ímpar em sua história. "Desde 2010 o Brasil adotou as normas internacionais de contabilidade. Este fato, somado ao projeto Sped, marcou o início de um novo ciclo na profissão contábil. Antes, uma contabilidade doméstica, agora internacional e compreendida em mais de 140 países. Estes fatores criaram uma crise no mercado contábil. Agora o conhecimento está aliado à inteligência artificial e isso tornou-se a mola mestra desta nova dinâmica que, por sua vez, precisa ser inovadora e preferencialmente com nuances de disrupção".
De acordo com Jochem, a inteligência artificial vem gradativamente substituindo o material humano, especialmente nas tarefas repetitivas como inserção de dados em sistemas, bem como na própria preparação de relatórios. "Esta situação caminha a passos largos à tomar conta de inúmeros postos de trabalho, até porque, tudo aquilo que pode ser realizado manualmente com ajuda de um ser humano, pode ser feito por inteligência artificial", reforça e reitera que "neste cenário, a crise já presente em muitas empresas contábeis, tem sua origem na demora e na dificuldade dos gestores se inserirem neste novo contexto".
Apesar da inteligência artificial ainda dar os primeiros passos, isso não significa que sua implementação de forma mais abrangente e incisiva será um processo demorado. "A velocidade que (a inteligência artificial) vai se impor de agora em diante será algo nunca visto, a tal ponto que, em um futuro muito breve, grande parte das tarefas seja realizada por robôs". Em decorrência deste novo cenário, Jochem acredita que esses serviços perderão significativamente seu valor no mercado, já que serão realizados em grande escala e "em velocidade nunca vistas antes".
Deste modo, ressalta, "o trabalho manual no segmento contábil vai deixar de existir em poucos anos". Segundo o diretor de tecnologia da Fenacon (Federação Nacionaldas Empresas de Serviços Contábeis e das Empresas de Assessoramento, Perícias, Informações e Pesquisas), Hélio Donin Junior, o maior desafio é o profissional ter o mínimo de domínio das operações tecnológicas que interferem no seu trabalho. "É preciso gerenciar e ter acesso aos recursos tecnológicos necessários para uma boa operação. Esse domínio, inclusive, é necessário para se manter no mercado, pois gera alto desempenho, resultados em tempos menores e redução nos custos da operação".
O presidente do Sescap-Ldr (Sindicato das Empresas de Assessoramento, Perícias, Informações, Pesquisas e de Serviços Contábeis de Londrina e Região), Marcelo Esquiante, é enfático ao afirmar que "dominar as ferramentas tecnológicas atuais e acompanhar o rápido desenvolvimento de novas soluções é fundamental para se manter no mercado. O aprimoramento constante é fundamental para sobreviver e se sobressair".
Donin Junior alerta para o fato de ainda hoje existir "muitas operações contábeis com baixo grau de automação. A automação digital na contabilidade é uma demanda do mercado e ele é soberano na exigência para os profissionais. Precisamos seguir onde a sociedade e o mercado nos demandam. O caminho da automação é uma realidade e irreversível. O futuro chegou!".
Observando essas mudanças, o Sescap-Ldr realiza no próximo dia 20 de setembro, das 13h às 18h30, o 4º Fórum de Gestão: A tecnologia a seu favor. O evento será realizado no Hotel Blue Tree Premium. Mais informações pelo telefone (43) 3329-3473.
Fonte: Folha de Londrina - PR

Que saudade do meu blog,,,,ando sem tempo ...mais vamos lá...