terça-feira, 30 de setembro de 2014

Fofocas no ambiente de trabalho: quais os prejuízos e como evitar?

Gestores precisam estar atentos para evitar que a prática interfira na produtividade dos colaboradores e prejudiquem a imagem da empresa.


A conversa é muito benéfica em momentos de descontração da empresa, para  a integração entre profissionais e o networking. No entanto, dependendo da maneira em que são feitos os comentários e do assunto sobre o qual vai se vai falar, diálogo pode se tornar fofoca.

Criar intrigas, propagar informações confidenciais ou que distorçam comentários de colegas e que, sobretudo, tenham o poder de gerar conflitos, é extremamente prejudicial, tanto para o colaborador que se envolve neste tipo de situação, quanto para o clima organizacional de toda uma corporação.

Segundo Beatriz Nunes Bernardi, psicóloga da Mega Sistemas Corporativos, a prática da conversa de corredor, conhecida vulgarmente por “rádio peão”, pode ser um precedente para que um ambiente de tensão e de instabilidade emocional se instale, impactando negativamente no desempenho dos funcionários e fragilizando o espírito de equipe.

Nesse sentido, a postura do gestor é fundamental. “É necessário debelar o problema, se ele surgir, de imediato. Existem casos extremos em que a vida pessoal e a reputação de um ou mais colaboradores ou da própria companhia são maculadas devido a fofocas infundadas”, alerta Beatriz.

Estar atento em como a equipe se relaciona, certamente, pode ajudar o líder a identificar a origem de um mal-estar coletivo e, assim, reverter a situação. “É esperado que os gestores atuem de forma incisiva e inteligente em relação ao que é comentado nos corredores, acabando com situações de constrangimento e falta de comprometimento profissional de algumas partes. E a ferramenta para isso é o Feedback”, pondera.

A psicóloga alerta que a área de Recursos Humanos também deve estar preparada para intervir em casos extremos. “É dever do RH zelar pelas boas relações interpessoais, promovendo um clima favorável para a conquista dos objetivos da empresa e para o crescimento profissional de toda a equipe”, finaliza Beatriz.

Portal dos administradores

sexta-feira, 26 de setembro de 2014

Chegou a sua hora de empreender?

Avalie se você está pronto para assumir a responsabilidade, diz especialista
Todos os dias, mais e mais pessoas buscam flexibilidade de horário, melhor qualidade de vida e autonomia de decisões. Isso faz com que elas queriam ser seus próprios chefes, tornando-se empreendedoras. Segundo pesquisa do Serasa Experian, surgiram, somente no primeiro semestre deste ano, mais de 900 mil novas empresas no Brasil.
Mas como saber se é realmente a melhor hora para investir em um negócio? Para isso, é importante fazer um planejamento. Dedicar o tempo que for necessário nessa primeira fase, que pode durar de 6 meses até alguns anos, ajudará a diminuir os riscos do negócio naufragar.
Um dos itens que é extremamente necessário analisar durante esta etapa é a conjuntura econômica, que chamamos de macro mercado, pois ela tem grande influência sobre o crédito, os fornecedores e a capacidade de compra dos clientes.
Também é útil ter guardado pelo menos dois terços do valor que será investido no novo negócio para o capital de giro.
Avalie se você está pronto para assumir a responsabilidade, se tem capacidade decisória principalmente sob pressão e habilidade em lidar com clientes e empregados. É importante lembrar que nem tudo será perfeito, não existe nenhuma garantia de que a empresa dará certo e para ter um resultado positivo será necessário muito trabalho. 
Henri Cardim é o executivo está à frente da HFC Consultoria & Treinamento.
Fonte: Exame.com

quinta-feira, 25 de setembro de 2014

5 regras indispensáveis para você se comunicar bem

Para se comunicar de forma eficaz, a chave é se colocar no lugar do outro e tentar entender o que ele pensa.


Você pode ter a melhor mensagem do mundo, mas o sucesso de sua comunicação vai sempre depender diretamente das emoções, concepções, preconceitos e crenças de seu interlocutor. Para se comunicar de forma eficaz, a chave é se colocar no lugar do outro e tentar entender o que ele pensa.
É isso que afirma Frank Luntz, autor do livro Palavras que Funcionam. Na obra, ele cita 10 aspectos que precisam ser levados em consideração na hora de se comunicar, para que os objetivos sejam atingidos: simplicidade, brevidade, credibilidade, uniformidade, novidade, segurança, inspiração, visualização, questionamento e contexto.
Separamos cinco dessas regras apresentadas por Luntz, que consideramos mais importantes, e detalhamos abaixo. Confira:
1. Simplicidade: use palavras curtas
"Evite palavras que façam as pessoas terem que recorrer ao dicionário, pois a maioria não irá", afirma Luntz. Se você elaborar demais e recorrer a palavras rebuscadas, sua mensagem pode ser ignorada. Use sempre a linguagem adequada ao seu público-alvo, ou você acabará afastando as pessoas. Evite também palavras muito longas: as pessoas tendem a desconfiar delas.
2. Novidade: ofereça algo novo
"Como indivíduos, enquanto apreciamos a previsibilidade dos amigos e da família, também amamos as coisas que nos surpreendem e chocam. Assim, a partir de uma perspectiva comercial, você deve dizer aos consumidores algo que lhes dê uma novíssima visão, mesmo que de uma ideia antiga", diz o autor.
3. Visualize
"A palavra 'imagine' talvez seja a ferramenta mais poderosa de comunicação, pois permite que os indivíduos obtenham qualquer visão pessoal em seu coração e mente", diz Luntz.
4. Faça uma pergunta
"Não é o que você diz, mas o que você pergunta que realmente importa. Uma declaração, quando feita na forma de pergunta retórica, pode ter um impacto muito maior que uma declaração simples", sugere Luntz. 

As pessoas reagem a afirmações ou reinvidicações de acordo com a opinião que possuem sobre quem está falando. Mas se as declarações são feitas na forma de perguntas retóricas, suas reações são mais pessoais e a comunicação se torna mais eficaz.

5. Apresente o contexto e explique a importância

O contexto é a última e mais importante regra de comunicação eficaz. "Você tem que dar o "porquê" da mensagem para as pessoas antes de dizer a elas o "portanto"e o "para quê". Sem contexto, é impossível estabelecer o valor da mensagem, seu impacto e, o mais importante, sua relevância

Portal dos Administradores.

terça-feira, 23 de setembro de 2014

Estou desempregado, e agora?

O período fora de um emprego pode ser muito bom para desenvolver outros talentos e dedicar tempo para pessoas que precisam


Ficar sem trabalho é uma situação chata e incômoda na grande maioria dos casos, porém, o lado bom é que você terá tempo para repensar sua carreira, atitudes e rever sua empregabilidade.
A partir do momento em que a pessoa está sem trabalho, ela precisa investir em si mesma para que não fique desatualizada do que acontece no mercado. “Essa é a hora para investir em educação. Use a internet como uma aliada e deixe seu currículo cada vez mais recheado. Existem milhares de cursos online, tutoriais, e-books, etc.”, comenta Madalena Feliciano, diretora de projetos da empresa Outliers Careers.
Porém, não é só isso. O período fora de um emprego pode ser muito bom para desenvolver outros talentos e dedicar tempo para pessoas que precisam. “É importantíssimo manter-se ativo, seja por meio de cursos variados ou outras ações, como, por exemplo, fazer trabalho voluntário”, comenta a especialista.
O trabalho voluntário é um exemplo de atividade que ocupa o tempo, oferece uma sensação boa para aquele que o realiza – e para quem recebe, sejam crianças, idosos, pessoas com alguma limitação ou até animais – e faz com que a pessoa possa descobrir mais uma área de atuação que realmente goste. “Quando se está empregado nem sempre as pessoas encontram um tempo para fazer o trabalho voluntário, mas, ao serem demitidos, existe muito tempo livre. O trabalho voluntário faz com que a pessoa sinta-se valorizada e - muitas vezes, mesmo quando retorna ao mercado, ela não deixa o voluntariado de lado, pois descobre as vantagens que ele traz para a vida de todos”, exalta Madalena.
Outra atividade que pode ajudar nesse período é visitar eventos, feiras e congressos voltados à carreira. “Além de manter-se atualizado sobre o mercado, cada presença em um evento desses é mais uma oportunidade para conhecer pessoas com interesses semelhantes de forma menos formal – quem sabe seu novo chefe ou colega de trabalho não esteja ali também?”, aponta a coach.
“Se não está na internet, não existe”. Já ouviu falar disso? Então, isso vale para qualquer pessoa. É preciso estar nas redes sociais e saber usá-la a seu favor. “Deixe seus perfis online sempre atualizados e atrativos, tenha um bom networking digital, saiba o que acontece no mundo. Converse com ex colegas de classe ou trabalho, amigos, professores, etc., e faça com que eles saibam que você está à procura de um emprego – de forma sutil. Uma indicação é sempre algo positivo na hora da conquista de um novo emprego”, sugere Madalena.
Porém, enquanto a vaga de emprego “oficial” não aparece, o ideal é não temer o freelancing – e fazer tudo o que é oferecido e esteja dentro das suas possibilidades. “O freelancing é uma ótima maneira de continuar exercendo a profissão com retorno financeiro. Essa é uma fonte de renda que pode ajudar nos períodos de desemprego e, além disso, oferece novas oportunidades de conhecer pessoas da área – ou seja, novas oportunidades de emprego. Para isso, tenha sempre seu cartão de visitas consigo”, conclui Madalena.
Redação, Administradores.com,

20 maneiras inteligentes de fazer as pessoas gostarem de você

Olhe para o mundo e repare o seguinte: as pessoas mais bem sucedidas em nosso meio são exatamente aquelas que desenvolveram a habilidade de conquistar as pessoas. Sendo assim, que possamos gerar esse importante fator dentro de nós, de modo a atingirmos o mesmo sucesso dessas pessoas

A capacidade de relacionar-se bem com as pessoas é um fator poderoso para qualquer profissional que quer se dar bem no mercado, haja vista que é através dessa interação que conseguimos mostrar para as outras pessoas os nossos talentos e atributos. Sendo assim, devemos otimizar nossa competência interpessoal, para que assim possamos aumentar nosso valor e consequentemente nos destacarmos no mercado.
Essa questão deveria ser dominada com maestria por todos nós, pois, praticamos esse ato desde que nascemos. Todavia, esse tem sido um dos maiores desafios do homem ao longo de sua existência. Algumas pessoas, inclusive, brincam com essa questão dizendo que preferem lidar com os animais (preferencialmente os cães), do que com o próprio semelhante, por conta das inúmeras dificuldades que um relacionamento humano possui.
Sabendo dessas dificuldades e reconhecendo a importância desse fator para o crescimento profissional de uma pessoa, elaborei 20 dicas para que possamos otimizar nossas habilidades de interação com o nosso semelhante e, consequentemente, lograrmos êxito perante o mercado. Confira:
1 - Quebre o gelo: fique tranquilo. O primeiro contato é tão complicado para você quanto para o seu alvo. Neste caso, faça o “feijão com arroz bem feito”, ou seja, se for iniciar uma conversa com alguém, faça os cumprimentos formais (se for à noite, dê um “Boa noite!”, seguido do tradicional e imprescindível “Tudo bem?”) e, após isso, busque usar algo que prenda a atenção da outra parte (elogie a vestimenta, comente sobre uma notícia pertinente, conte uma situação engraçada que você tenha vivido recentemente, enfim, use suas habilidades de conversação). Vale lembrar que tudo é uma questão de se adequar ao ambiente no qual a pessoa se encontra (clima, local, características do público etc.), ou seja, o segredo é estudar o local e identificar o que o mesmo pede, agindo com inteligência.
2 - Trabalhe suas habilidades de comunicação: a dicção, a eloquência e seu tom de voz devem ser sempre otimizados para que, assim, as pessoas possam captar a mensagem sem maiores dificuldades. Além disso, cuide também de sua imagem (marketing pessoal), principalmente quando a outra parte estiver com a palavra, mantendo sempre os olhos fixados na pessoa, bem como uma postura reta e atenta, pois, dessa forma, a outra parte criará uma boa impressão sobre você.
3 - Saiba o quê e para quem falar: identifique os assuntos que agradam a cada tipo de pessoa e busque trabalhar em cima deles. Observe as pessoas consideradas “chatas”. Elas somente buscam falar sobre aqueles assuntos que agradam a elas mesmas, não sabem ouvir e, principalmente, não admitem serem contrariadas. Sendo assim, faça exatamente o contrário e será reconhecido socialmente sem fazer muito esforço.
4 - Seja simples: uma pessoa simples é bem recebida em qualquer lugar, pois as pessoas possuem aversão a complexidade. Sendo assim, aja sempre com singeleza e humildade, fazendo com que as pessoas percebam que você é alguém que valoriza essas coisas.
5 - Busque ter iniciativa: não espere as pessoas virem até você, pelo contrário, vá atrás delas. Demonstre para uma pessoa que se interessa por ela, que quer ouvi-la e que aprecia suas convicções. Em outras palavras, demonstre para as pessoas que você é proativo e que está buscando uma interação social, fazendo com que a sociedade reconheça o seu valor e, consequentemente, possa abraçá-lo.
6 - Saiba ouvir: os melhores comunicadores do mundo são, indubitavelmente, os melhores ouvintes. Essa habilidade faz com que uma pessoa perceba que as ideias dela são importantes para você e, mais do que isso, que você valoriza e entende as mesmas. Em outras palavras, você precisa entender que um dos maiores regozijos do ser humano é expressar suas opiniões para alguém e receber uma manifestação positiva do que foi dito, ou seja, a sua atenção e o seu respeito pelas ideias alheias é algo que lhe transforma em alguém especial na vida de outra pessoa. Portanto, ouça mais.
7 - Sorria mais: você não tem ideia do poder que uma pessoa causa na alma alheia através da estampagem de um sorriso sincero. É algo surreal e sublime, que faz com que a outra parte se sinta amada. Sendo assim, distribua sorrisos por onde passar, fazendo da alegria a sua âncora.
8 - Busque dar importância para as pessoas: busque dar atenção e apreciação para as pessoas, de forma que as mesmas entendam e percebam que elas são importantes para você. Vale lembrar que colhemos aquilo que plantamos. Sendo assim, semeie constantemente positividade e o universo se encarregará de retribuí-lo.
9 –Busque ajudar as pessoas: esteja sempre disposto a estender a mão para quem precisa, buscando ajudar o próximo de alguma forma, pois assim você será sempre lembrado como uma pessoa que está presente nas situações complexas da vida alheia. É interessante frisar que as pessoas precisam de nossa ajuda nos momentos difíceis, haja vista que os verdadeiros amigos se mostram exatamente nesses momentos, aparecendo quando todos os outros já se foram.
10 - Seja verdadeiro: a honestidade é uma característica ímpar no trato com pessoas, haja vista que, através dessa atitude, as pessoas se sentem valorizadas e respeitadas. Um dos maiores mitos criados em nosso mundo é a questão de que “puxar o saco de alguém é algo positivo”. Ora, é exatamente o contrário, pois quem age dessa forma gosta do TER e não do SER, se aproximando de uma pessoa apenas por interesses pessoais.
11 - Não seja orgulhoso: é fundamental que você seja humilde, ou seja, que não se importe com algumas atitudes negativas de seu amigo, pois é natural que ele te machuque de vez em quando. Neste caso, busque olhar para os pontos positivos, pois eles são sempre maiores do que os negativos. Outra questão importante e que temos que mencionar é a seguinte: não seja legalista, cheio de não pode isso, ou aquilo, haja vista que ninguém gosta de gente burocrática. Sendo assim, seja aberto e flexível, para que assim você seja uma pessoa que transmite uma imagem de alguém carismático e não o contrário.
12 - Seja uma pessoa de palavra: é fundamental que você seja uma pessoa congruente com suas ações, cumprindo tudo aquilo que foi acordado, para que assim as pessoas percebam que você é alguém que cumpre todos os compromissos firmados. Muitas pessoas vivem manipulando as outras com falsas promessas e mentiras. Todavia, este ato é extremamente inaceitável e mesquinho, e transforma todos aqueles que assim procedem em pessoas marcadas como sendo corruptas e forjadoras, fazendo com que a sociedade tenha aversão a elas.
13 –Valorize as ponderações alheias: valorizar os pensamentos de outra pessoa é um dos grandes segredos para que uma pessoa possa adquirir a credibilidade da outra parte. Sendo assim, ouça com atenção e busque sempre reconhecer as ideias da outra parte para que, assim, você possa contribuir positivamente na vida de seu semelhante.

14 - Evite constranger a outra parte: cuidado com aquilo que você diz, principalmente se a outra parte for tímida. Se quiser fazer uma pergunta pessoal, busque usar sua inteligência, ou seja, busque fazer seu questionamento de maneira indireta, fazendo com que a outra parte perceba que é algo natural e rotineiro e que, portanto, deve ser tratado como uma coisa simples de se responder. 

Outra questão importante é a de que você pode usar seus próprios exemplos para demonstrar para a pessoa que você também tropeça em determinadas situações. Por exemplo: se você é um palestrante profissional e busca ajudar uma pessoa a vencer seu medo de falar em público, conte para ela que você (que hoje é um exímio palestrante), teve inúmeras dificuldades no começo (fobia social, medos excessivos, timidez etc.), mas, que através da persistência, disciplina, determinação e treinamento, conseguiu obter êxito nessa empreitada e que, como todos somos iguais, automaticamente também irá funcionar com ela. Basta que ela esteja disposta a acreditar em seu potencial e, principalmente, que queira desenvolvê-lo. Parece ser algo simples e banal. Todavia, essa sua atitude irá motivar a outra parte e gerará na mesma uma certa confiança em você, lhe transformando em alguém que possui humildade e inteligência para ajudar o próximo.

15 - Incentive as pessoas a acreditarem em seus sonhos: você deve acreditar no próximo muito mais do que ele mesmo, fazendo-o não somente criar sonhos, mas, principalmente, acreditar neles e não descansar até que os mesmos sejam completamente realizados. Seus elogios, suas atitudes positivas e, principalmente, seus incentivos são fundamentais para que uma pessoa possa crescer ao seu lado e reconhecê-lo como um valioso amigo.
16 - Nunca julgue: uma coisa é aconselhar, outra é apontar o dedo para alguém, se enchendo de razão para fazer um julgamento sobre uma atitude alheia. Muitas pessoas perdem boas amizades por fazerem, estupidamente, ataques pessoais, expondo os pontos fracos da outra parte. Sendo assim, busque gostar da pessoa do jeito que ela é, e, se quiser dar um conselho, aja com prudência e sensatez, fazendo com que a pessoa entenda que é apenas uma sugestão e não uma crítica.
17 - Aprenda a perder: você não precisa vencer todos os debates ou não precisa ser sempre o dono supremo das ideias. Enfim, o que quero dizer é que em determinadas situações você será obrigado a abnegar de algumas coisas, ou seja, para poder ganhar, antes terá que perder. Deixe-me ilustrar com um exemplo: se alguém perder a razão e iniciar uma série de ofensas contra a sua pessoa, de nada adiantará você engrossar a voz e tentar rebatê-lo da mesma forma (querendo falar mais alto que ele), haja vista que desta forma estará se igualando a ele, ou seja, sendo uma pessoa hostil, ignorante e dotada de uma atitude extremamente ultrapassada e infantil. Sendo assim, o ideal é agir com sensatez e equilíbrio, esperando que esse “dinossauro” esfrie sua cabeça e possa, dessa forma, refletir um pouco sobre sua lamentável atitude.
18 - Seja irreverente: as pessoas são muito iguais e pouquíssimas são aquelas que agem diferente da maioria, ou seja, dificilmente você conhece alguém sem par nesse mundo padronizado em que vivemos. Sendo assim, busque ser a diferença na vida das pessoas, pois, dessa forma, você será considerado único e colherá bons frutos por isso.
19 - Tenha a capacidade de influenciar as pessoas: sabe aquela pessoa que repara que um amigo está querendo ir embora e faz de tudo para que o mesmo desista de sua ideia? Seja convencendo-o de que vale a pena ingerir mais um “copinho” de cerveja ou dizendo que também está para sair e que, se o mesmo tiver um pouco de paciência e puder esperar uma “meia horinha”, eles podem ir embora juntos? Pois é, essa pessoa tem o poder de influenciar os outros e de vender a sua ideia para eles e, melhor ainda, tudo de uma forma simples e objetiva. Se quiser conquistar pessoas, busque agir dessa forma, pois assim você será lembrado como alguém que aprecia os momentos com os amigos. Influenciar uma pessoa nada mais é do que demonstrar para ela que sua ideia é algo que irá beneficiá-la, de modo que se a mesma refletir sobre o assunto proposto indubitavelmente chegará a essa conclusão (e sua ideia será aprovada).
20 - Surpreenda as pessoas: busque arriscar mais, ser mais ousado e, principalmente, não ser previsível, pois nada é mais gratificante para uma pessoa do que ser surpreendida por alguém. Em outras palavras, você precisa fazer coisas que ninguém mais faz a não ser você mesmo, contribuindo para a mudança de cenários e, consequentemente, para a felicidade das pessoas.
Uma ótima maneira para crescermos em todos os sentidos é aprendendo a conquistar pessoas, porque o mundo vive em constantes conflitos e alguém que consegue fazer o processo inverso, ou seja, o de unir os semelhantes, possui total capacidade para mudar não só sua própria vida, mas também a de todos aqueles que estão ao seu redor, transformando cenários caóticos em soluções inteligentes.

Pablo de Paula-Portal dos Administradores.

segunda-feira, 22 de setembro de 2014

Um tiro no escuro

A escolha profissional é um caso típico de tomada de decisão na ausência de informações

O conto Profession, publicado em 1957 por Isaac Asimov, retrata a Terra em um futuro distante e distópico. As crianças são educadas por um sistema central, que liga diretamente seus cérebros a um computador. As futuras profissões são definidas com base em um algoritmo. Não cabe aos indivíduos escolherem seus ofícios. Profession é uma entre muitas obras de ficção científica a tratar da questão da escolha ou direcionamento profissional.
O tema também ocupa lugar de destaque entre as preocupações de jovens, pais, psicólogos, educadores e gestores da área. No Brasil, temos uma associação de orientadores profissionais e uma revista científica dedicada ao tema. Em nosso país, todos os anos, no segundo semestre, centenas de milhares de jovens preparam-se para a maratona dos exames vestibulares.
Segundo o Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira, o Brasil ultrapassou, em 2012, a marca de 7 milhões de alunos no ensino superior. Eles estão matriculados em 32 mil cursos, oferecidos por mais de 2 mil instituições de ensino. Nosso sistema superior de educação cresceu aceleradamente desde o fim da década de 1990 e quase duplicou nos últimos dez anos.
No entanto, o crescimento e o gigantismo não foram ainda suficientes para atender à demanda por formação de alta qualidade. Nos cursos mais procurados e nas instituições de maior renome, a relação candidato/vaga frequentemente supera a dezena e vez ou outra se aproxima da centena. O funil de acesso coloca legiões de pais e filhos à beira de um ataque de nervos.
Nos últimos anos, a realização de um curso superior tornou-se aspiração de novos contingentes de jovens, antes alijados da universidade por barreiras econômicas. Em paralelo, visando atender ao novo “mercado”, nasceram e prosperaram instituições privadas de ensino superior com um olho na educação e outro no bolso, não necessariamente nessa ordem. Na esquina ideológica oposta, o sistema público, caro e anacrônico, salta de crise em crise, a vergar sob o peso de querelas políticas, governança excêntrica e interesses corporativistas. Enquanto isso, o mundo gira e o mercado de trabalho é convulsionado por estripulias econômicas, algumas profissões emergem e outras submergem, enquanto certas carreiras rompem as fronteiras tradicionais.
No meio da confusão, nossos jovens enfrentam o descabido desafio de, aos 17 anos, definir o próprio futuro. Os manuais de autoajuda vocacional costumam ser pródigos em sugestões tão sensatas quanto inexequíveis: conheça a si próprio, as profissões, os profissionais, trabalhe e experimente. Alguns jovens têm vocação clara, mas são raros. Outros pensam tê-las, mas titubeiam diante dos primeiros choques de realidade. A maioria lança-se semiconsciente ao mar, torcendo para que uma corrente amiga a leve a um porto seguro.
A escolha profissional é um caso típico de tomada de decisão na ausência de informações. Quem sou eu? Quais são meus potenciais? O que quero da vida? São perguntas básicas, mas difíceis de responder aos 17 anos. A outra ponta não é mais simples. Como estará o mercado de trabalho daqui a quatro ou cinco anos? Quais serão as melhores profissões do futuro? O que me trará satisfação? O que me garantirá uma vida confortável?
E, não bastassem as dificuldades naturais, as paixões e as ansiedades envolvidas, as decisões são tomadas em um teatro de consumo, no qual escolas secundárias competem pelas maiores taxas de sucesso no vestibular, cursinhos vendem seus serviços e as novas instituições de ensino tentam atrair recrutas para suas “propostas diferenciadas”.
Não é incomum muitos jovens iniciarem cursos superiores, os interromperem pouco depois e tentarem outros caminhos. Há também aqueles fiéis à escolha original que, mesmo frustrados, terminam o curso e seguem a padecer pela vida profissional afora. O custo da escolha malfeita é alto para os jovens, seus pais e a sociedade. Mais sábios seriam, na opinião de alguns, os nossos pares do Hemisfério Norte, que oferecem aos seus universitários a oportunidade de inícios com conteúdos mais genéricos e consequente adiamento das decisões profissionais para momentos de maior maturidade e lucidez.
Por Thomaz Wood Jr.
Fonte: Carta Capital

Dia do Contador 22 de setembro

Parabéns,amigos...

A importância da contabilidade nos dias atuais.

A contabilidade desde seu surgimento, desempenha grande influência sobre as decisões dos donos de patrimônios. Porem sua relevância não era reconhecida pelos usuários da informação contábil.


A contabilidade desde seu surgimento, desempenha grande influência sobre as decisões dos donos de patrimônios. Porem sua relevância não era reconhecida pelos usuários da informação contábil. Com a evolução da economia, o ambiente empresarial se tornou mais competitivo. A partir de então, percebeu-se que era preciso um diferencial para que a empresa se destacasse perante as outras, foi então que se começou a utilizar acontabilidade voltada para fins gerenciais.
Apesar disto, a maioria das empresas ainda não têm conhecimento de que tipos de informações podem tirar da contabilidade, para auxiliar nas tomadas de decisões. Muitas delas se quer sabem da real importância e diferença que uma boa contabilidade pode fazer em uma empresa. Não entendem como a informação contábil pode ser um instrumento determinante na tomada de decisão, e como acontabilidade gerencial proporciona ferramentas para a gestão financeira do negócio.
As informações contábeis na maioria dos casos esta vinculada a questões fiscais e trabalhistas. Isto se dá principalmente pelo desconhecimento por parte desses empresários da importância que a mesma tem em seu negocio. Desta forma na tomada de decisões não se leva em consideração a grande variedade de informações contábeis que podem ser disponibilizadas pelo contador.
Mas nos dias atuais percebe-se que para se enfrentar a grande concorrência do mercado, o bom empreendedor têm que se aperfeiçoar, procurar ferramentas que o ajude no dia a dia do negocio.
Desta forma, surge o desafio por parte do contador o papel de conscientizar estes empreendedores do papel da contabilidade e, fornecer informações úteis para gerir o negocio.
Fonte: Portal Paragominas

Quais os benefícios de se ter uma equipe treinada e motivada?

As empresas que não estão investindo fortemente na motivação e preparação das suas equipes estão perdendo cada vez mais espaço num mercado altamente competitivo




Em recente missão empresarial aos Estados Unidos, mais precisamente no estado da Flórida na cidade de Orlando, a convite do presidente da FCDL-PE Adjar Soares, pude observar de perto em várias empresas a importância que o americano dá em ter uma equipe muito bem treinada e motivada para atender as necessidades dos clientes.
Em média uma empresa norte-americana investe seis meses de treinamento para deixar um novo membro da equipe preparado para assumir sua posição dentro da empresa.
Mas infelizmente não é o que presenciamos em algumas ou muitas empresas aqui no Brasil, o que vemos são empresas contratando as presas e colocando um novo funcionário no “campo de batalha” muitas vezes sem nenhuma orientação, sem treinamento e sem motivação para o cargo que foi ocupada, resultado: o cliente que visita a empresa sai frustrado por tamanha falta de profissionalismo por parte da equipe.
O certo seria as empresas, entenda-se por empresa: diretores, gerentes, supervisores e coordenadores, treinarem seus liderados constantemente para que os mesmos sejam mais capacitados e motivados a fazerem o seu trabalho com a excelência.
Porém, as empresas que não estão investindo fortemente na motivação e preparação das suas equipes estão perdendo cada vez mais espaço num mercado altamente competitivo onde o atendimento excelente ao cliente faz toda uma diferença.
E você, líder empresarial, o que tem feito para manter seus liderados preparados e entusiasmado a darem o melhor de si?
Lembre-se: sempre existe uma chance de começar um programa de treinamento constante dentro da sua empresa na qual o resultado será a satisfação dos seus funcionários e dos seus clientes.
Por Eugênio Sales
Fonte: Administradores

Sucesso profissional: sorte ou dedicação?

Dedicar-se ainda é o fator fundamental para o desenvolvimento pessoal e profissional


Uma pesquisa recente da revista Forbes entrevistou 50 bilionários para tentar descobrir qual a receita do sucesso. O resultado surpreendeu. O principal ingrediente nada mais é que o trabalho duro. Essa foi a resposta de quase 60% dos entrevistados, os quais afirmaram trabalhar, em média, 60 horas por semana.
A pesquisa contraria o novo conceito de alguns dos homens mais ricos do mundo: a redução da jornada de trabalho. Para Carlos Slim, o segundo no ranking dos maiores bilionários do planeta, trabalhar três vezes por semana seria o ideal.
Slim acredita que as pessoas precisam de mais tempo para divertir-se e que a diminuição da carga horária ajudaria na melhora do desempenho e da criatividade. Para Larry Page, CEO da Google, os colaboradores deveriam trabalhar 20 horas por semana, quatro horas por dia. Page afirma que menos trabalho é sinônimo de qualidade de vida.
Acredito em todos eles. Todos estão certos. E acrescento que tudo isso depende da situação, da área de trabalho e, principalmente, do objetivo de cada profissional. Toda vez que falamos sobre crescimento profissional, penso na analogia das quatro rodas de um carro.
Por que um carro tem quatro rodas? Porque devido a sua estrutura, se tivesse menos, não teria a estabilidade necessária para funcionar adequadamente. Agora pense em você empurrando um automóvel quebrado, tentando fazê-lo “pegar no tranco”. Se tentar pela diagonal, ele não andará muitos metros. Já se empurrar com toda a força pela parte traseira, o que é mais eficiente, a probabilidade de andar e “voltar a pegar” é maior.
As rodas equivalem a quatro princípios que considero importantes para o desenvolvimento profissional: objetivo, organização, motivação e autoestima. Ou seja, não creio que excesso de trabalho, puro e simples, possa levar alguém a algum lugar. Acredito no trabalho desde que haja um direcionamento.
Sem objetivos claros não chegamos a lugar algum. Portanto, é imprescindível planejar. Para saber aonde quer chegar, precisa ter consciência de quais são os passos necessários. Para se tornar médico, é preciso passar no vestibular, fazer a faculdade, a residência e se especializar. Não dá para começar pela especialização.
Planejar cada passo é a maneira certa para concretizar nosso objetivo, por isso é importante atuar organizadamente. Cada coisa em seu tempo, em seu lugar e em sua ordem natural. É preciso parar para pensar “onde estou agora? qual o próximo passo?”. Sair por aí fazendo coisas aleatórias, atirando para todos os lados sem definição e organização, não leva ninguém a lugar algum.
Para agirmos com organização em prol dos nossos objetivos, é necessário motivação. Não existe sorte, não existe azar. O que existe é a disposição para fazer algo a fim de alcançar os resultados. A pessoa motivada enxerga oportunidades onde outros podem ver somente fracassos. A ação faz surgir a motivação.
Agir com confiança, com a certeza de que tudo será revertido para o seu crescimento e sucesso, e valorizar cada passo e cada ação. Isso é autoestima. Valorize suas falhas, seus valores, suas conquistas. Valorize o que você é.
Dedicar-se, na minha visão, ainda é o fator fundamental para o desenvolvimento pessoal e profissional. No entanto, é você que deve olhar para sua situação atual e decidir se dedicar-se significa trabalhar por mais de 60 horas ou três vezes por semana. Não busque sorte onde não há dedicação.
Por Marcelo Cardoso
Fonte: Administradores


sexta-feira, 19 de setembro de 2014

Como uma equipe é contagiada pelas emoções de seu líder

Uma vez ouvi o líder de uma pequena organização dizer com bastante pesar: "Quando minha mente está cheia de raiva, as outras pessoas pegam isso como gripe"



Sempre que uma reunião ameaça se transformar em um mal-estar, o presidente da companhia, de repente, lança uma crítica a alguém na mesa que pode recebê-la (geralmente o diretor de marketing, que é o seu melhor amigo). Então ele rapidamente segue em frente, tendo atraído a atenção de todos na sala. Essa tática, invariavelmente, devolve o foco ao grupo. 
Demonstrações de descontentamento do líder são emocionalmente contagiosas. E muitos líderes eficazes percebem que - como elogios - doses bem ajustadas de irritação podem energizar. Agora, uma questão importante: uma mensagem de desagrado bem calibrada é a que leva as pessoas ao seu máximo de desempenho e não promove aquela angústia que corrói a performance.
Nem todos os parceiros emocionais são iguais. Uma dinâmica poderosa que funciona no contágio emocional determina o cérebro de qual pessoa terá mais força para chamar o outro para sua órbita. Os neurônios-espelho são ferramentas de liderança: emoções fluem com força especial da pessoa mais socialmente dominante para a menos.
Uma razão para isso é que pessoas em qualquer grupo, naturalmente, prestam mais atenção e dão mais significado ao que a pessoa mais poderosa do grupo diz e faz. Isso amplia a força de qualquer que seja a mensagem emocional que o líder esteja mandando, transformando suas emoções em contagiosas. Uma vez ouvi o líder de uma pequena organização dizer com bastante pesar: "Quando minha mente está cheia de raiva, as outras pessoas pegam isso como gripe".
Esse potencial emocional foi testado quando 56 líderes de equipes de trabalho simulado foram manipulados para estarem de bom ou mau humor, sendo avaliado o impacto emocional que conduziram nos grupos. Os membros da equipe com líderes otimistas relataram que eles coordenaram melhor seus trabalhos, fazendo mais com menos esforço. Por outro lado, as equipes com chefes mau humorados ficaram sem sincronia, tornando-se ineficientes. Para piorar, em pânico, seus esforços para agradar o líder levaram a más decisões e estratégias mal escolhidas.
Enquanto o desagrado milimetricamente formulado de um chefe pode ser um incentivo eficaz, inflamar as equipes é uma tática de liderança auto-destrutiva. Quando os líderes habitualmente utilizam demonstrações de mau humor para motivar, mais trabalho parece ser feito - mas não será, necessariamente, um trabalho melhor. Além de que o mau humor incansável corrói o clima emocional, sabotando a capacidade do cérebro de funcionar no seu melhor.
Nesse sentido, a liderança se resume a uma série de trocas sociais em que o líder pode dirigir as emoções da outra pessoa para um estado melhor ou pior. Em trocas de alta qualidade, os membros da equipe sentem a atenção e empatia do líder, apoio e positividade. Nas interações de baixa qualidade, ele se sente isolado e ameaçado.
Outro forte motivo para que os líderes sejam conscientes do que dizem para os funcionários: pessoas se recordam de interações negativas com um chefe com mais intensidade, com mais detalhes e mais frequentemente do que das positivas. A facilidade com que a desmotivação pode ser transmitida por um chefe torna ainda mais imperativo para ele agir de forma a tornar edificantes as emoções deixadas para trás.
A insensibilidade de um chefe não só aumenta o risco de perder boas pessoas, mas bombardeia a eficiência cognitiva. Um líder socialmente inteligente ajuda as pessoas a conterem e recuperarem-se de seu sofrimento emocional. 
Para saber mais sobre os superlativos da comunicação no local de trabalho e resolução de conflitos, inscreva-se no curso American Management Association: Liderando com Inteligência Emocional (no local ou on-line durante todo o verão).
Por Daniel Goleman
Fonte: Administradores

terça-feira, 16 de setembro de 2014

Conceito e definição de gestão de pessoas


Conservar talentos é um enorme desafio para as organizações.

Tempos atrás, era bastante comum que os funcionários ingressassem em uma empresa e trabalhasse ali por décadas. A rotatividade de colaboradores era baixa, e as carreiras eram construídas dentro de única instituição. No mercado atual, a realidade é outra: o capital humano está em constante movimento, e reter talentos é um grande desafio para as organizações.
O capital humano é a maior riqueza de uma empresa, e é a principal ferramenta que faz a instituição chegar ao sucesso. Portanto, cuidar dos colaboradores significa zelar pelo futuro e prosperidade da companhia. Com esse intuito, existe a gestão de pessoas — que forma os profissionais que a instituição deseja, desenvolvendo e colaborando para o crescimento da instituição e do profissional.
Assegurando o cuidado, desenvolvimento e o gerenciamento dos colaboradores de uma empresa, a gestão de pessoas pode ser definida como a associação de habilidades, métodos, políticas, práticas e técnicas que administram os comportamentos internos, além de potencializar o capital humano nas instituições.  Com essa preocupação, existe a garantia de um funcionário satisfeito, que desempenha melhor sua função e dificilmente ficará descontente.
Humanizando as instituições, ambientando as empresas para manterem a harmonia e a satisfação tanto do empregado quanto do empregador, a gestão de pessoas acontece por meio de quatro pontos principais: participação, capacitação, envolvimento e desenvolvimento.

Participação
É um processo que engloba todos os funcionários da instituição, estimulando o trabalho em equipe, sem excluir ninguém. Deve-se estimular o surgimento de ideias, melhorias, soluções e projetos para somar com os demais colaboradores e também com a gestão da companhia.


Capacitação
Nesta etapa, o colaborador é capacitado, aperfeiçoando suas qualidades por meio de palestras, workshops, cursos e treinamentos. O profissional deve se sentir preparado, confiante e competente para dar o seu melhor em suas funções e isso afetará em sua produção e rendimento.


Envolvimento
Com um colaborador participativo e capacitado, é necessário envolve-lo com os valores e a missão da empresa. Dessa maneira, ele estará em sintonia com todos, e será capaz de desenvolver e produzir não só individualmente, mas em conjunto.


Desenvolvimento
Com todos os setores alinhados pelas etapas anteriores, novos projetos podem ser desenvolvidos e colocados em prática com a ajuda de profissionais participativos, capacitados e envolvidos com os processos da instituição.

Valorizar o funcionário é importantíssimo para todas as empresas, pois a satisfação é colocada por muitos a frente até mesmo da remuneração.
E você? Considera a gestão de pessoas importante? Comente abaixo e compartilhe em suas redes socais!

sexta-feira, 12 de setembro de 2014

Priorize o que lhe faz feliz

A insatisfação é característica perpétua do homem. Reconhecer essa condição, então, é fundamental para valorizar, cada vez mais, os momentos de felicidade. A existência se baseia em um ansiar que parece não findar e não caber em nossos destinos e, exatamente por isso, é preciso priorizar o que lhe causa felicidade.

O que lhe faz feliz ?

Parece digno apenas de poesia, mas a felicidade pode se instaurar em momentos de simplicidade. Aprender a estar consigo mesmo, aproveitar a companhia dos amigos, divertir-se com os filhos, ler uma boa narrativa, dedicar-se à ioga, entre outras atividades.
A satisfação pessoal é, obviamente, processo individual, não porque atinge apenas uma pessoa, mas porque depende, exclusivamente, das escolhas e anseios do indivíduo. Por isso, a felicidade se materializa de diversas formas.
O sucesso profissional também é componente dessa multiplicidade e alguns comportamentos e posicionamentos são essenciais para atingir a satisfação, porém existe algo ainda mais importante: escolher a profissão que se encaixa ao seu perfil. Ao definir a carreira com bom-senso, baseando-se, especialmente, no autoconhecimento, as chances de encontrar a felicidade e alcançar outros níveis de crescimento são bem mais signficativas.

Motivação para ser feliz

A motivação é um dos elementos que complementam a felicidade, ela pode ser utilizada como forma de manter as pessoas ativas e com vontade de perseguir seus objetivos. É preciso saber o que lhe motiva, quais as atitudes que precisam ser tomadas para que a felicidade seja completa.
Priorizar a motivação junto com o que lhe faz feliz é o complemento que, se atribuído aos desejos almejados, pode resultar em objetivos alcançados com sucesso. Além disso, priorizar a felicidade e a motivação encoraja a pessoa a novos desafios e a buscar outras formas de ser feliz sem perder a motivação inicial.
Você quer ser feliz, mas não sabe por onde começar? Saiba que ser plenamente feliz não é fácil, mas é uma escolha inteiramente sua. A famosa frase “Só depende de você” se aplica cem por cento aqui.
A boa notícia é que você pode aprender a dar impulsos para seu estado de espírito e, por consequência, ser plenamente feliz.

Primeiro passo: pense positivo sempre!

O primeiro e mais importante passo é pensar positivamente. Alimente-se dos aspectos que você gosta na sua vida, evite discussões, procure estar rodeado de pessoas que acrescentam algo de bom e evite pessoas negativas.

Outra dica é ser fiel a si mesmo

É como Brian Tracy diz: “Você é a melhor pessoa que você pode ser, somente quando você tem a coragem e a força de permitir que sua definição de felicidade, seja ela qual for, seja a sua luz-guia”.

Corra atrás dos seus objetivos

Olhe para dentro. Analise suas habilidades e interesses. Vá atrás de atividades do seu interesse pessoal e profissional. Dizer que seu trabalho não te possibilita desenvolvimento profissional não é desculpa. Procure sair da zona de conforto.

Você escolhe o caminho para alcançar a sua felicidade

Compreenda que muitos dos problemas da sua vida são causados por escolhas que você fez. Compare todas as possibilidades que surgem no seu caminho com o seu ideal de felicidade. O que você está fazendo lhe deixará plenamente feliz ou infeliz?

Atitude! Não espere que os outros façam as coisas por você

Lembre-se que alcançar sua própria felicidade é a meta maior, mas que ela não virá sem esforço e dedicação, assim como tudo na vida.

Fundador e presidente da Sociedade Brasileira de Coaching

A motivação no ambiente profissional

Pessoal, comecei a semana falando de motivação e vou fecha-la com o mesmo assunto #motivação sempre ,um bom Final de Semana a todos vcs!.

Modelos que motivam procuram reunir seus valores humanos em todas as fases do negócio
Como a motivação deve ser implantada no ambiente profissional?
Não existe uma regra especifica que defina a formação de equipes motivadas, já que esse estágio é dependente da integração e adaptação do grupo a cultura de cada organização. Abaixo coloco algumas variáveis que determinam essa evolução dentro das organizações.
a) Todo processo de conquista depende do relacionamento inter e intra-ambiente. Devemos eliminar os conflitos internos, direcionando o potencial das equipes para o esforço comum e participativo no sentido de entender e criar soluções de mercado pelo mercado, evitando concorrências internas, formando um ambiente de troca entre os colaboradores.
b) Treinar pessoas significa nivelar os conhecimentos do grupo com ênfase em uma maior possibilidade de acertos para geração de resultados. Resultados quando participados, criam satisfação pessoal, estimulando o aprendizado e conscientizando a dependência e necessidade dos trabalhos de equipes.
c) Os ganhos das empresas devem sempre ter a sua parte proporcional e variável, na forma qualitativa e quantitativa, revertida aos seus colaboradores. Assim o estímulo ao desafio deve ter seu lado prático e serem sabiamente mensurados e valorizados, impulsionando os que diretamente ou indiretamente atuam pelo negócio.
d) Modelos que motivam procuram reunir seus valores humanos em todas as fases do negócio, valorizando o conhecimento tanto nas participações estratégicas, como nas táticas.
Por Sérgio Dal Sasso
Fonte: Administradores

quinta-feira, 11 de setembro de 2014

E se aprendêssemos educação emocional, criatividade, liderança e autoestima na graduação?

Estamos padronizados a aprender durante os anos de faculdade várias matérias, para ao final sairmos formados como especialista na área escolhida.


Dizem que depois desse tempo, estaremos aptos a nos declarar professores, médicos, advogados, contadores, enfim, estaremos "prontos" para enfrentar o mercado de trabalho.
E se aprendêssemos educação emocional, criatividade, liderança, autoestima, entre outras habilidades, como matéria durante a faculdade? Parece brincadeira, não é mesmo? Mas você já parou para pensar na qualidade do conteúdo que pagamos todos os meses para as universidades?
Temos, na verdade, um acúmulo de informações para que ao final de cada mês possamos tirar a média na prova e passarmos para o próximo semestre. E será que aprendemos de verdade? Já imaginou se junto aos principais conteúdos tivéssemos o desenvolvimento dessas habilidades?
Vejamos a importância delas para a nossa vida acadêmica e profissional:
1 - Educação Emocional: é o aprendizado para o controle das suas emoções. Sem o desenvolvimento de uma inteligência emocional, seus resultados irão ser profundamente afetados pelo descontrole das suas reações.
2 - Criatividade: é a base para a inovação. É preciso se reiventar para não cair na procrastinação. No entanto, a criatividade se desenvolve na prática, estimulando a criação.
3 - Liderança: é possível desenvolver as principais características da liderança, não apenas com teorias, mas na prática. A liderança é uma importante habilidade para tomar coragem e escrever a sua história. Com mentoria, as qualidades essenciais serão lapidadas ou aperfeiçoadas.
4 - Autoestima: é preciso acreditar em você mesmo, no seu potencial realizador de transformação, e essa crença não consegue ser construída na passividade. A autoestima influencia nas atitudes e na sua capacidade de realização.
Entre outras habilidades importantes para a vida, sabemos que somos treinados para a formação e, logo, seguirmos como empregados, ou seja, é um sistema que já está há muito tempo padronizado, fazendo com que a cada  semestre os jovens saiam prontos para o abatedouro (mercado de trabalho), e troquem todo seu potencial por uma estabilidade.
Desafiar os jovens a se auto conhecerem é o primeiro passo no alinhamento do seu propósito de vida, e através da transformação de suas mentalidades nós conseguiremos formar jovens empreendedores para a sociedade.
Mas, afinal, até quando esse sistema de ensino permanecerá nesse quadrado?
Não sabemos. Então, vamos pensar fora da caixinha e criar/participar de projetos que nos capacitem e nos deem oportunidade de mudar essa realidade.
Seja um universitário, mas acima da média!

Pâm Bressan,

5 dicas de etiqueta profissional que você precisa seguir

Procurar a área de recursos humanos e os líderes da companhia certamente é melhor forma de saber qual é a postura que ela espera identificar em você.

Para cada ambiente e situação existe um conjunto de comportamentos e um código de conduta - explícitos ou implícitos - que são valorizados. Este conjunto de comportamentos, adequado a uma determinada realidade, é o que chamamos de cultura organizacional. Procurar a área de recursos humanos e os líderes da companhia certamente é melhor forma de saber qual é a postura que ela espera identificar em você.
Porém, existem algumas pequenas atitudes que são “bem vistas” e requisitadas em qualquer ambiente corporativo - independente de cargo. Alguns especialistas as definem como Etiqueta Profissional. Seguem algumas para exemplificar:
• Vista-se adequadamente - no ambiente de trabalho a forma de você se vestir deve estar adequada ao perfil, segmento e padrão da empresa. Ter estilo próprio e seguir a moda é aceitável, mas o seu guarda roupa precisa combinar com o seu crachá.
• Utilize os recursos da organização com moderação - para falar desse ponto, a melhor dica é que os utilize como se fossem seus. Os mesmos cuidados que você tem com os objetos da sua casa são os que deve ter com os da empresa. Fique atento ao tempo que usa o telefone, não imprima sem necessidade, desligue equipamentos que não estiver usando etc. Pense como gasta e utiliza o que lhe oferecem.
• Seja discreto - preste atenção no impacto que cada “movimento” pode produzir no ambiente: falar alto demais, levantar-se com frequência, gesticular enquanto conversa etc. Esses comportamentos podem incomodar seus colegas - sobretudo em ambientes abertos.
• Viagem corporativa não é passeio – se por ventura você estiver em outra localidade por conta da empresa, não se esqueça nem por um minuto que você está lá, representando-a como profissional. Por mais que seja um hotel maravilhoso, você está lá a trabalho e não em férias. Então, cuidado com sua vestimenta e com a forma que se posiciona em cada situação.
• Confidencialidade é fundamental – a empresa tem um pacto de confiança com você. Nomes de clientes, pessoas e informações devem ser preservados. Procure avaliar cuidadosamente para quem e com quem irá compartilhar o que sabe e as suas percepções. Aqui vale tomar cuidado com o que se fala em elevadores, restaurantes e lugares públicos. A pessoa com quem você está conversando pode ser a indicada para o assunto, mas nunca se sabe quem pode estar ao lado.
E lembre-se: no trabalho, você é avaliado o tempo todo e a sua imagem profissional é formada a partir de como os outros te enxergam.

Sofia Esteves,

quarta-feira, 10 de setembro de 2014

Conheça cinco dicas para criar um bom perfil profissional on-line

A AVG Brasil divulgou alguns cuidados com a imagem profissional no ambiente virtual

Recrutadores e empresas vêm utilizando as buscas on-line para identificar possíveis candidatos ou mesmo avaliar perfis profissionais para determinadas vagas. Um bom perfil na web, seja em sites de recrutamento, seja nas páginas pessoais em redes sociais, pode ser determinante para o futuro profissional nos dias de hoje.
Segundo pesquisa realizada pela AVG, 34% dos recrutadores encontram informações sobre os candidatos na web que acabam os levando a desistir da contratação. Por outro lado, apenas 29% afirmaram que as informações encontradas nas pesquisas on-line foram positivas e/ou decisivas para a contratação.
Veja abaixo algumas dicas para estar entre esses 29%:
• Pesquise-se: pesquise seu nome no Google, Bing ou outros sites do tipo.
Se você souber que tipo de informação sobre você está disponível na web, você entenderá melhor o que potenciais empregadores irão enxergar em você;
• Delete sem medo:
Delete qualquer coisa que você possa ter achado hilário numa sexta à noite, por exemplo. A tarefa de limpar seu perfil on-line será muito mais fácil se você não tiver que analisar a relevância de dezenas de fotos embaraçosas com os amigos;
• Pense no seu passado:
Observe os resultados da busca pelo seu nome e procure por perfis desativados em blogs, posts, artigos e mensagens que você possa ter publicado e nem se lembrava. É sempre melhor deletar contas inativas ou antigas que atravancam seus resultados da pesquisa. Se você não conseguir remover esse tipo de conteúdo sozinho, contate os editores ou administradores do site para pedir a remoção;
• Seja consistente:
Certifique-se de todos os seus perfis on-line estão de acordo com a forma como você quer ser visto. Isso passa por uma boa foto de perfil, com um apelo mais profissional, nos diversos sites de recrutamento ou redes sociais profissionais. Você não precisa transformar suas redes sociais pessoais em profissionais, mas procure evidenciar o que você tem de melhor por lá;
• Mantenha sua privacidade:
Ajuste sistematicamente suas configurações de privacidade nos diversos sites no qual possui conta e limite o acesso a informações mais sensíveis aqueles mais próximos. Decida quais posts deverão ser privados ou públicos, mas assuma o fato de que qualquer informação postada pode acabar se tornando pública.
“Está cada vez mais difícil separar a vida on-line da off-line e o uso de informações pessoais publicadas na rede para traçar perfis profissionais já é praxe em muitos processos seletivos. As pessoas precisam se conscientizar de que, ao analisar características pessoais, o recrutador, muitas vezes, não irá se restringir ao site profissional e ao currículo on-line, mas fará verdadeira investigação on-line da vida do candidato”, explica Mariano Sumrell, diretor de Marketing da AVG Brasil.

“Fotos engraçadas, opiniões sobre temas polêmicos e condutas questionáveis exibidas em redes sociais podem representar problemas na hora do recrutamento e seleção. É preciso cuidar da imagem que se quer passar na web, assim como se cuida da vestimenta, do modo de falar e de agir durante uma entrevista de emprego. A Internet é um mundo, inclusive no que diz respeito à vida profissional”, finaliza Sumrell.

Redação, Administradores.com,  

9 dicas poderosas para se tornar emocionalmente inteligente

Buda brilhantemente disse que: “O segredo da saúde mental e corporal está em não se lamentar pelo passado, não se preocupar com o futuro, nem se adiantar aos problemas, mas viver sabia e seriamente o presente.”
Infelizmente a maioria das pessoas faz exatamente o contrário do que o pensador recomenda, trazendo para dentro de suas casas problemas que ainda não aconteceram, prevendo o futuro sob uma ótica totalmente negativista e gerando um sentimento de culpa neuroticamente inigualável pelos erros cometidos no passado. Logicamente, essa é a fórmula da infelicidade e da depressão contínua, pois quem é capaz de suportar uma vida enfadonha e estúpida como essa?
É uma interrogação óbvia, mas as pessoas possuem muitas dificuldades em lidar com essa questão e o resultado é visto em nosso cotidiano: ansiedade, medo e insegurança são, indiscutivelmente, os principais ingredientes incorporados atualmente à alma humana. O que é absolutamente preocupante para nós por se tratar de coisas que afetam a nossa principal qualidade, a saber: o autocontrole. Logo, devemos prover os meios para fortalecer nossa estabilidade, gerando ações eficientes que possam aperfeiçoar nossa capacidade de suportar as pressões cotidianas.
Mantendo as palavras expostas acima, conhecendo a vontade das pessoas em aumentar sua fortaleza emocional e sabendo dos obstáculos que impedem que as mesmas alcancem tal condição, elaborei 9 dicas que farão com que sejamos seres mais inteligentes com relação a essa atmosfera, confira:
1 – Seja seu melhor ativo: em hipótese alguma se divida contra si mesmo, porquanto você é seu maior aguilhão e sua confiança é, por eliminação, sua única esperança. Destarte, acredite em suas potencialidades e procure sempre otimizá-las, sem receios ou dúvidas. Se proceder assim, já terá galgado o primeiro degrau, que certamente é o mais importante e por ilação, garantirá todos os outros.
2 – Seja astuto: não se engane, você está cercado de pessoas ruins, ou seja, alguns de nossos semelhantes são extremamente maus e por consequência existem para nos destruir. Assim, a astúcia deve nos acompanhar, de sorte que possamos ser sagazes, ágeis e ardilosos, gerando os escudos necessários para nos blindarmos dessas ameaças que certamente chegarão. Em outras palavras, não podemos ser néscios e empatetados, haja vista que seremos facilmente engolidos por esses tigres implacáveis, que nos farão em pedaços para matarem sua insaciável vontade de nos despedaçar.
3 – Administre seus problemas com inteligência: primeiramente, devemos esquecer o que os problemas causaram ou causarão em nossas vidas. Posteriormente, devemos focar nas soluções para os mesmos e olvidar todo o resto, com toda a nossa força e garra. Vale mencionar que grande parte das pessoas são desequilibradas porque supervalorizam seus problemas, não sabem administrá-los e, especialmente, não querem aceita-los. Portanto, não aja desta maneira, pelo contrário, seja alguém sensato, lúcido e estável, não dando margem as imaginações malucas que darão poder para sua consciência ficar apreensiva e angustiada.
4 – Cuidado com os sugadores de energia: algumas criaturas possuem presas invisíveis e não raramente buscam se alimentar de nossa força mental, absorvendo nossa virilidade e pujança. Sem dúvidas, esses estultos transformam nossas vidas e nos causam grandes transtornos psíquicos, pois iniciam esses ataques aparentemente imperceptíveis a todo o tempo e o pior ainda do que isso: sem que possamos nos dar conta do que está acontecendo. Desta maneira, não podemos deixar que fuxicos, críticas e calúnias nos desmotivem, tendo em conta que essas negatividades devem ser um motivo para nos mantermos firmes em nossa caminhada, fazendo com que valorizemos cada vez mais as estradas da verdade e da justiça.
5 – Planeje o amanhã, mas preocupe-se apenas com o hoje: contarei uma experiência própria para explicar esse tópico: quando criança, eu tinha muito medo de tomar vacina. Assim, sempre me preocupei em demasia com a potência daquela agulha, que mais parecia penetrar com furor o fundo de minha alma. Eu sofria tremores, calafrios e uma absoluta ansiedade que por muitas vezes me fazia prantear exaustivamente.
No meio desse filme de terror, eu tive uma “luz” que me fez abrir os olhos e um dia eu decidi usar minha habilidade lógica e minha lucidez para perceber o óbvio: a minha preocupação era infinitamente pior que a dor que a agulha me causava e, portanto, eu estava agindo erroneamente e sofrendo desnecessariamente por isso. Por dedução, depois daquele dia, aprendi que devo me preparar sim para o futuro, porém o hoje deve ser vivido como tal, porquanto antecipar infortúnios e tragédias é como trocar uma paz real por um inferno irreal (que passa a ser verídico apenas na mente doentia).
6 – Olhe sempre o lado bom da vida: o homem medíocre sempre possui um olhar obscuro das coisas, enxergando maldade até mesmo em um jardim florido, recheado de flores raras e reluzentes. Diferente do homem excepcional, que é capaz de enxergar bondade até mesmo em um vale negro, pois tem dentro de seu coração a perspectiva de que a qualquer momento pode haver uma metamorfose divina que irá trasmudar o lugar e transformá-lo em um ambiente de paz e serenidade.
7 – Não revide a um ataque do inimigo: Dalai lama disse: "Responder à ofensa com ofensa é lavar a alma com a lama. O silêncio é um dos argumentos mais difíceis de se rebater." O que o sábio pensador quis transmitir para nós é que sabedoria não consiste em vencer uma discussão a qualquer custo e sim evita-la, ou seja, adotando uma postura mansa estaremos mantendo nossa barra de energia no máximo e consequentemente evitando que uma desinteligência afete nosso estado de homeostase.
8 – Seja de bem com a vida: as pessoas mais fantásticas que eu conheço possuem uma peculiaridade em comum, a saber: o entusiasmo. Esse atributo é divinamente poderoso e tem a força de gerar contentamento e júbilo para os nossos corações, nos tornando seres mais fortes, desenvolvidos e competentes. Portanto, seja motivado e não permita que a escuridão tire seu brilho interior e, principalmente, sua capacidade de ter esperança.
9 – Não seja legalista: algumas pessoas enchem suas casas de regras e regulamentos, fazendo com que o espaço de suas vidas seja reduzido e criando uma jaula para prender suas características naturais, perdendo assim, sua insigne liberdade e sofrendo exacerbadamente por isso. Logo, ande na contramão desses fatores, aproveitando os momentos marcantes e usando os cenários de forma inteligente, pois assim procedendo, você estará fazendo um bem não só a si mesmo, mas ao mundo.
Nada é mais prazeroso para um homem quanto estar feliz consigo mesmo, alinhando sua consciência com as esferas presentes e unindo-se ao cosmo natural existente. Certamente, vivemos em uma época onde o mundo anda muito agitado e fazer a antítese de tudo isso é remar contra a tempestade, ou seja, é ser contrário as coisas naturais, quebrando as teias montadas e escapando da tormento que aflige a humanidade em todas as suas magnificentes instâncias.
Pablo de Paula,

Casais empreendedores que deram certo (no amor e nos negócios)

Muita gente tem medo de envolver trabalho e vida pessoal. Casos marcantes do Vale do Silício mostram, no entanto, que casais que empreendem juntos podem, sim, conseguir muito sucesso


Houve uma época no Vale do Silício em que venture capitals não gostavam da ideia de financiar casais. No entanto, Cisco e 3Com - duas importantes startups do Vale - foram fundadas por casais. Hoje, o mundo das startups parece nutrir ainda mais romances. Às vezes, ele é o CEO, outras vezes ela é. Às vezes, eles invertem os papeis. Para ter um filho, ou vários. Ou não. De qualquer maneira, o preconceito contra casais empreendedores precisa acabar. O empreendedorismo é um caso de paixão. Um afrodisíaco poderoso. Melhor conhecer o fenômeno.

Julia e Kevin Hartz (Eventbrite)

Foi necessário um pedido de casamento e uma oferta de trabalho em um novo negócio conjunto para que Kevin Hartz conseguisse trazer sua noiva Julia para o Vale do Silício. O antigo emprego de Julia em Los Angeles era simplesmente na indústria do entretenimento, mas ela mostrou bastante entusiasmo ao lidar com o início do negócio. Em 2006, o casal conseguiu um terceiro co-fundador e lançou o Eventbrite, uma plataforma online de vendas de ingressos que promove uma conexão com outros participantes do evento. 
No começo de 2008, alguns dias antes do Eventbrite receber sua primeira rodada de investimento anjo, Julia deu à luz o primeiro filho do casal. Determinada a continuar durante o momento de sucesso, Julia permaneceu trabalhando em casa durantes cinco meses antes de retornar. Kevin ocupa a posição de CEO e Julia a presidência, enquanto cuida das duas filhas. Ela e Kevin usam a combinação ajuda da família e babá durante a semana. Durante as sextas, Julia trabalha em casa. Kevin e Julia continuam trabalhando como um time, balanceando seus negócios e a vida familiar.

Victoria Ransom e Alain Chuard (Wildfire)

Assim como Julia Hartz, o interesse de Victoria Ransom em se tornar uma empreendedora foi estimulado pelo seu namorado. Victoria se uniu a Alain Chuard para fundar, em 2001, a Access Trips, uma empresa de planejamento de viagens voltada para jovens profissionais. Em 2007, quando o Facebook estava expandindo sua presença com as fanpages, Victoria e Alain criaram um aplicativo para executar sorteioa na rede. O app fez tanto sucesso que ganhou uma expansão independente. O Wildfire faz marketing nas mídias sociais, baseando-se nos efeitos virais para executar campanhas, gerenciar análises e desenvolver ações online. A empresa cresceu para aproximadamente 300 empregados e incluiu 30 marcas globais entre os clientes. Em julho de 2012, o Google bateu na porta e comprou a companhia de Victoria por aproximadamente U$ 350 milhões.
Durante o trabalho conjunto, o casal permaneceu como um time forte que joga com os pontos fortes. As habilidades de Alain o colocaram como chefe de produção com foco no design, engenharia e desenvolvimento. O instinto empreendedor de Victoria ajudou não apenas no desenvolvimento do produto, mas principalmente na hora de conduzir o show, mantendo o título de CEO. Victoria admira as mães no mundo dos negócios, mas não possui filhos. Ela continua a trabalhar no Vale do Silício, sendo uma das defensoras das mulheres no ramo da tecnologia.

Collis e Cyan Ta’eed (Envato)

Collis e Cyan Ta’eed viajaram de Papua Nova Guiné e Nova York, respectivamente, para se casarem na Austrália. Collis estava procurando um trabalho como designer e Cyan estava estudando Design quando se conheceram, e em 2004 eles começaram a trabalhar juntos como freenlancers.
A empresa deles, GoodCreative, se focou em design para trabalhos de caridade. A venda de arquivos em flash promoveu a Envato, um marketplace online, voltada para compra e venda de serviços criativos e bens digitais.
Hoje a Envato possui aproximadamente 10 milhões de visitas por mês, e um arquivo é vendido a cada 10 segundos. É o maior marketplace para web design, templates do Adobe After Effects e um mercado de música de fundo para uso em publicidade.
Em 2007, a incursão de Collis em blogs resultou em uma segunda dimensão para o site. A Envato agora possui um total de 12 sites de tutoriais sobre todos os assuntos, de desenvolvimento de jogos até o trabalho como DJ.
A afinidade de Cyan com o gerenciamento do projeto criou um fluxo de trabalho simples para o casal, em que "Collis criaria ideias fantásticas de negócios e Cyan, então, colocaria uma equipe para desenvolver esse trabalho."
Collis é o CEO da empresa, e afirma que é menos solitário que outros CEOs por que pode trabalhar com sua esposa. Assim como Victoria e Alain, o casal não tem filhos. Os dois são bem próximos e passam o dia inteiro juntos, dividindo a paixão pelo trabalho.

Amy Pressman & Borge Hald (Medallia)

Após se formar em Administração em Stanford em 1993, Amy Pressman passou a trabalhar em uma empresa de consultoria norueguesa, focando na queda dos padrões da manufatura americana. Enquanto formulava um plano de negócios para esse setor negligenciado, ela se apaixonou pelo seu marido Borge Hald, que também trabalhava no exterior, após estudar na escola de negócios de Stanford.
O casal voltou para a baía de São Francisco em 1999 para fundar o Medallia. A empresa oferece pesquisas baseadas na internet e um trabalho voltado para fidelização de clientes para os varejistas, hotéis e outros serviços orientados para empresas.
Após a procura por financiamento, o Medallia passou a ser lucrativo no final de 2002. Em 10 anos desde que começaram, Amy e seu marido construíram uma empresa considerável, que lucra aproximadamente US$ 30 milhões. Borge lida com o produto primário e a engenharia, enquanto Amy promove as vendas e procura novos negócios. Os dois dividem a liderança da companhia. Apenas quando o segundo filho do casal nasceu, houve a designação de Borge como o CEO e Amy como presidente. Mãe de três crianças, ela equilibra a vida profissional e familiar em encontros matinais com seu marido, para falar sobre o desenvolvimento da companhia. "A vida é um caos", admite Amy.

Wendy Tan White & Joe White (Moonfruit)

Após se formar em Ciências da Computação na Imperial College em London, Wendy Tan White foi chamada para ajudar a construir o banco online Egg.com. Foi um projeto que a apresentaria para Joe White e a inspiraria para criar o seu próprio negócio. Em 2000, Wendy fundou a Moonfruit, uma plataforma de desenvolvimento web sob demanda, que fornece uma interface simples para que os usuários pudessem compartilhar suas paixões. Joe e um amigo da faculdade foram seus co-fundadores; Wendy e Joe se casaram logo depois.
A estabilidade financeira da Moonfruit oscilou durante a Crise das Pontocom, momento em que Joe deixou a empresa para trabalhar em tempo integral com a McKinsey. Com ajuda de trabalhos freelancers e financiamento adicional, a Moonfruit se reergueu em 2005.
No meio do crescimento da Moonfruit, Joe voltou e Wendy se afastou da empresa de 2004 até 2008 para criar os filhos do casal. Ela continuou contribuindo para o crescimento da empresa estudando design e desenvolvendo campanhas de mídia.
Quando Wendy voltou ao trabalho, aconteceu a inversão de papéis. Agora, Wendy se tornou CEO e Joe o CFO. Os dois cuidam dos negócios, trabalhando fora do escritório uma vez por semana.
Eles têm um "encontro" semanal à noite e deixam os telefones fora de área ao chegar em casa todas as noites. É um sistema que parece funcionar bem, já que os lucros da Moonfruit em 2012 foram acima de US$ 5 milhões, com uma taxa de retenção 80-90% na plataforma de e-commerce do produto.
Então, veja: amor e empreendedorismo podem, sim, dar muito certo juntos!
Sramana Mitra,