quinta-feira, 25 de outubro de 2018

Por que uma empresa deve contratar um deficiente físico?

Promover a inclusão social dentro da empresa beneficia a equipe e a sociedade
inclusão contratação

Se o século 21 trouxe uma lição ao mundo corporativo, é de que as empresas precisam fazer muito mais do que apenas pensar em lucro. Além de prezar pela sua imagem frente aos seus clientes e consumidores, elas possuem um papel transformador fundamental em nossa sociedade, que é a responsabilidade por lapidá-lo e unificá-lo. Ou seja, fazer do mundo um lugar melhor! Isso inclui não somente as ações sociais e as questões ambientais, mas também a inclusão de pessoas com deficiência física no trabalho.
Atualmente existe toda uma legislação que "obriga" a empresa com mais de 100 funcionários a ter entre 2% e 5% do quadro de colaboradores sendo portador de alguma deficiência. Dentro desta legislação, que já existe desde 1989, existem inúmeros pormenores com referência a qualquer tipo de discriminação e talvez a empresa tenha que fazer alguma adaptação, dependendo do tipo da contratação. A legislação existe para que as empresas se comprometam em inserir este perfil de pessoa no mundo corporativo, porém esta atitude além de agregar valor, posicionamento e visibilidade à marca, traz melhoria para a imagem da empresa, conhecimento de exemplos de superação para os demais membros das equipes, além de fortalecer os propósitos e os valores da corporação.
Este tipo de assunto não deveria ser obrigatório, pois é um dever da empresa para com a comunidade a que está inserida. A inclusão social também deve ser uma preocupação para as empresas que desejam impactar a sociedade de forma positiva, além de ser um tema atual e discutido com frequência, independentemente do tipo de inclusão a ser realizada. O papel do empresário é o de propagar através das suas ações exemplo e motivação para que outros pares apoiem e repliquem as ações de inclusão em suas empresas.
Ou seja, a transformação, acima de tudo, acontece dentro de sua própria "casa", e não somente com ações de inclusão, mas principalmente pelo desenvolvimento das pessoas dentro da corporação, promovendo a sustentabilidade, inserindo-as como uma família e incentivando-as a participar ativamente das ações e dos propósitos. Ao contratar uma pessoa com deficiência física, ao promover a inclusão social e outros tantos benefícios, há um reflexo imediato e positivo, principalmente na avaliação dos seus próprios colaboradores, que são os reais promotores da sua marca lá fora, de forma clara, honesta e consistente.
A Lei de Cotas muitas vezes está rondada de falta de informação por parte dos gestores, que desconhecem as particularidades da deficiência. Em outras palavras, é preciso investir também em uma boa equipe e desmistificar estas ideias, oferecendo às pessoas aquilo que elas precisam, assim desenvolvendo um bom trabalho. Estas leis não são uma obrigação, mas sim, uma grande oportunidade de construir um ambiente mais diverso.
Robson Costa, CEO da Encanto
Portal Contábeis

Sua empresa esta preparada ou se preparando para os desafios de 2019?

Novos desafios requerem estratégias e acompanhamentos!!!

2019 assessoria empresarial

Acabamos se passar pelo 1º turno das eleições, o que sabemos ate o momento é que temos 2 candidatos com ideias diferentes sejam elas verdadeiras ou não, algo diferente com certeza irá se concretizar a partir de janeiro de 2019.
Vivemos num país volátil, nossa economia diferente de economias mais estáveis oscila para cima e para baixo constantemente com muita força (nos últimos anos para baixo), entretanto estamos num pais com grande capacidade de crescimento, um gigante adormecido ou “atordoado” em razão do tumultuado cenário político que vem danificando a economia recentemente.
Nossa economia vai crescer..., talvez não na velocidade que almejamos, mas vai crescer; mas é importante sabermos que ainda assim, muitos ficarão pelo caminho, seja porque carregam um grande fardo do passado (endividamento), ou por falta de gestão entre outras dificuldades.
Independente da crise que dá sinais que o pior já passou, o empresário deve ter a ousadia de regaçar as mangas e ir á luta, entretanto, preparado, pois as estratégias definidas, devem ser mensuradas e corrigidas caso necessário.
É fundamental para qualquer empresa que busca crescer e solidificar seus resultados, ter essas informações detalhadas ao longo do tempo, para que possa acompanha-los e traçar estratégias com base em dados históricos, e quando falamos históricos não necessariamente são dados antigos, porém, para quem conhece estatística, quanto maior a amostra melhor serão a análise dos dados obtidos.
O trabalho de uma Consultoria e Assessoria de Gestão Empresarial com foco nas áreas de administração, finanças e controladoria, podem com certeza agregar muito a Gestão Empresarial, esse apoio ou suporte pode ser realizado com controles consistente, informações geradas num curto espaço de tempo, para caso necessário definirmos plano de ação focando os objetivos empresariais, que geralmente é a otimização dos Resultados.
Sua empresa está preparada?
Vale pensar!!!
Fonte: AXS Consultoria Empresarial
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Aposentadoria de casais de mulheres LGBT custa mais caro

Todas as famílias se preocupam com o dinheiro à sua própria maneira, mas as famílias LGBT têm motivos de preocupação especiais.
Aposentadoria

Todas as famílias se preocupam com o dinheiro à sua própria maneira, mas as famílias LGBT têm motivos de preocupação especiais.
Duas mulheres casadas entre si, por exemplo, devem planejar aposentadorias mais caras do que outros casais, informou o UBS Group em um relatório nesta segunda-feira. Como as mulheres vivem mais que os homens, o banco calcula que, nos EUA, uma ou ambas as mulheres de um casal homossexual com 45 anos têm 50 por cento mais chances de chegar aos 100 anos de idade do que casais heterossexuais. Casais de mulheres são duas a três vezes mais propensos a chegar aos 100 anos de idade do que um ou ambos os membros de um casal de homens de 45 anos.
“Um aspecto importante do planejamento financeiro cotidiano diz respeito aos fundos de emergência”, afirmou o UBS, que tem sede em Zurique, no relatório, porque não há leis antidiscriminatórias para trabalhadores LGBT em 30 estados dos EUA e em grande parte do resto do mundo, inclusive em Cingapura e Hong Kong. Os funcionários LGBT “podem enfrentar maior risco de emprego que os funcionários heterossexuais”, informou o UBS.
Apenas pouco mais da metade dos trabalhadores LGBT nos EUA disseram estar confortáveis em revelar sua homossexualidade no trabalho, de acordo com uma pesquisa da Human Rights Campaign divulgada em junho. Esse número mal mudou em uma década.
Outros riscos financeiros para casais LGBT podem variar de acordo com o lugar onde vivem. Em Cingapura ou Hong Kong, por exemplo, viúvas ou viúvos geralmente não podem herdar os benefícios de pensão ou bem-estar de parceiros do mesmo sexo. Essa preocupação é menor em lugares que reconhecem legalmente o casamento entre pessoas do mesmo sexo, como os EUA e o Reino Unido. Na Suíça, por sua vez, casais do mesmo sexo não podem se casar legalmente, mas podem herdar pensões.
Para os casais LGBT e seus consultores financeiros, muita coisa depende de acertar os detalhes. Dependendo de onde moram, os investidores LGBT “podem ter que prestar atenção especial a ter um testamento, um testamento vital ou trusts para garantir que seus desejos jurídicos e sua vontade para o fim da vida sejam cumpridos”, afirmou o UBS.
Fonte: Ben Steverman, da Bloomberg
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Quais empresas estão obrigadas a contratar jovens aprendizes?

Você sabia que a legislação brasileira estabelece obrigatoriedades para determinadas empresas no que diz respeito a contratação e matrícula de jovens aprendizes?

Aprendizes Aprendiz

A legislação brasileira diz que estabelecimentos de médio e grande porte que demandem formação profissional e tenham no mínimo 7 empregados estão obrigados a efetuar a contratação e matrícula de aprendizes de acordo com algumas regras. 
O contrato de aprendizagem pode ter duração máxima de dois anos e, durante o período de vigência, o jovem é capacitado na instituição formadora e na empresa contratante, combinando uma sólida formação teórica e prática.
Os jovens aprendizes têm a oportunidade de inclusão social com o primeiro emprego e de desenvolver competências para o mundo do trabalho, enquanto as empresas têm a oportunidade de contribuir para a formação de futuros profissionais, difundindo os valores e cultura de sua empresa.
O percentual de cotas de aprendizes está fixado entre 5% (mínimo) e 15% (máximo) por estabelecimento, sendo o cálculo realizado sobre o total de empregados que exercem funções com demandas de capacitação profissional. 
As funções que demandam formação profissional podem ser observadas na Classificação Brasileira de Ocupações (CBO) do Ministério do Trabalho e Emprego. Funções que exijam formação de nível superior, bem como cargos de direção, gerencia e de confiança são excluídas da base de cálculo.
Para as micro e pequenas empresas, incluindo as optantes pelo Simples Nacional, a contratação de menores aprendizes é facultativa.
Com a chegada do eSocial, tais contratações receberão maior controle e fiscalização por parte do poder público. O sistema fará automaticamente o cruzamento dos dados da cota da empresa com o número de funcionários ativos e apontará as empresas que não estão cumprindo com a previsão legal.
Aqui na Artdata Contábil, por exemplo, firmamos uma parceria com o Projeto ICA e com o Senac visando facilitar o processo de contratação e desenvolvimento de jovens aprendizes para os nossos clientes.
Caso queira saber mais sobre o assunto, fique à vontade para me escrever!

Rodrigo Ferreira
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Como criar um plano de marketing para a sua empresa

Qualquer ação não planejada pode ter consequências desastrosas. Em relação ao marketing não é diferente. Planejamento de marketing significa pensar antes de agir.
precificação honorário


O plano de marketing é o conjunto de ações que se utiliza de ferramentas de gestão para promover uma marca, produto ou serviço visando a determinado objetivo. É a vitrine da sua empresa e deve estar sintonizado com a visão, missão, valores e objetivos da mesma.
Não existe uma receita pronta que se enquadra em qualquer negócio para a divulgação de marca, produto ou serviço, mas alguns passos são fundamentais e permitem às pequenas empresas fazer seus projetos: contextualização, definição do público-alvo, fixação dos objetivos, estabelecer estratégias e táticas de comunicação e aprovar o orçamento de marketing. Abordaremos cada um desses tópicos de forma prática para facilitar o entendimento.
Contextualização: é preciso compreender o nicho de mercado para tornar o produto competitivo. Entenda como o concorrente age e crie ações que se destacam dele. Identifique os pontos fortes e fracos referentes a características da sua empresa e as oportunidades e ameaças em relação aos fatores externos. Muitas e valiosas informações devem ser obtidas com pesquisas juntos aos clientes ativos e inativos. Procure identificar o que distingue o seu produto dos concorrentes e que tipo de comprador é mais provável que opte pela sua marca, produto ou serviço.
Público-alvo: descreva o perfil de cliente desejado para o seu negócio, tais como a região em que reside, idade, sexo, arranjo familiar, renda, estilo de vida, conservador ou inovador, líder ou seguidor, tímido ou agressivo, frequência de compra etc., ou seja, crie personas (perfil do cliente ideal). Estas informações devem ser registradas e, se possível, impressas e fixadas em local visível por todo o time.
Definir os objetivos: desenvolver o plano de marketing deve visar a um objetivo, por exemplo tornar a marca mais conhecida no segmento, aumentar as vendas em 30%, aumentar a percepção de valor junto ao público a fim de aumentar em 10% o preço de venda dos produtos ou outro. Descreva seu objetivo e acompanhe de perto os passos para alcançá-lo.
Estratégias e táticas de comunicação: todas as empresas precisam vender mais e para isso necessitam de novos leads(contatos capazes de se transformar em clientes). São inúmeras as formas de atrair novos contatos. Uma delas é a divulgação nas redes sociais (Facebook, Google, Instagram, Linkedin etc.), mas nem sempre a melhor opção. Ações tradicionais ou outras mais inovadoras podem trazer resultados extraordinários:
  • faça networwing em novos círculos de pessoas, como participação em eventos;
  •  
  • faça acordos com parceiros de negócios capazes de abrir as portas para novos clientes. Você pode ajudar a divulgar produtos que não concorram com o seu e o parceiro fará o mesmo com os seus produtos;
  • recompense os clientes que indicarem novos leads. Quanto vale um novo cliente para a sua empresa? A resposta facilita na definição da recompensa que pode ser simples, mas atrativa;
  • escreva e publique artigos que interessem aos seus clientes nos canais que eles procuram. Estes artigos devem ser informativos e não ferramenta de autopromoção;
  • participar ativamente em fóruns de usuários é uma excelente estratégia para conquistar prestígio. Quando isto ocorrer, encontre uma forma sutil de informar o seu contato;
  • E-mail marketing;
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  • programas de fidelidade. É o incentivo aos clientes para repetir compras.
Orçamento de marketing: conquistar e manter clientes são os focos do plano que deve ter investimento adequado ao orçamento da empresa. Planos muito tímidos ou mirabolantes podem inviabilizar a execução, então encontre o equilíbrio. A empresa que está iniciando as atividades deve começar com uma parcela a título de investimento, mas posteriormente adotar um percentual do faturamento bruto para este projeto. Diminuir o orçamento de marketingquando as vendas caem é um erro comum.
A falta de planejamento é característica comum a todos planos de marketing que não atingem seus objetivos.
Finalmente, destaco a importância de registrar todas as ações, boas ou ruins, para ter o histórico e tornar mais fácil e rápida a identificação de algo que não está indo bem e precisa de correções. Adote um livro ata e escreva a data, descrição da ação, valor investido e um breve comentário do resultado apurado.
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Por Gilmar Duarte

5 coisas que você precisa saber sobre o futuro do trabalho

Para muitos, o futuro do trabalho pode ser assustador. Considerar que as máquinas podem tomar muitos dos postos que conhecemos hoje não é mesmo pouca coisa.
trabalho

Para muitos, o futuro do trabalho pode ser assustador. Considerar que as máquinas podem tomar muitos dos postos que conhecemos hoje não é mesmo pouca coisa. O tema, porém, vai muito mais a fundo do que isso  – e conhecer algumas de suas tendências pode ser fundamental para estar melhor preparado para ele.
O estudo Future of Jobs Report, elaborado pelo Fórum Econômico Mundial, traçou algumas das principais tendências para essa área entre 2018 e 2022. A pesquisa analisou 20 diferentes economias e 12 setores da indústria e mapeou onde e como devem surgir (ou começar a desaparecer) postos de trabalho, habilidades e ferramentas.
1. Automação, robotização e digitalização serão diferentes em diferentes indústrias
A adoção de novas tecnologias pelas empresas deve ser liderada pela internet mobile de alta velocidade, inteligência artificial, análise de big data e computação em nuvem. Tecnologias relacionadas à robótica, por outro lado, devem ganhar espaço de forma mais setorizada.Os robôs estacionários – como os “braços” mecânicos que hoje vemos em indústrias como a automobilística – devem ser os mais adotados até 2022, com 37% de presença. Os robôs terrestres não humanoides, também usados nesse tipo de indústria, aparecem em segundo lugar, com 33%.

Os robôs humanoides devem atingir 23% de adoção pelas empresas, com destaque para as áreas de serviços financeiros e investimentos. Os robôs aéreos e submarinos devem chegar a 19% das empresas, em especial na indústria de petróleo.
2. Existe uma perspectiva positiva para empregos – em meio a disrupções significativas
Nos próximos quatro anos, segundo o estudo, as profissões que têm emergido atualmente devem crescer de 16% para 27% da base de funcionários de grandes empresas globais. Entre as profissões de crescente tendência estão as relacionadas à análise de dados e desenvolvimento de software e aplicações. Também deve haver um crescimento entre as que lidam diretamente com “traços” humanos, como profissionais de marketing e vendas e especialistas em desenvolvimento organizacional.

Enquanto isso, os empregos já afetados pela obsolescência tecnológica devem diminuir de 31% para 21%. Entre as profissões que mais devem decair estão, por exemplo, as de inserção de dados e de secretariado executivo e administrativo. Em termos quantitativos, 75 milhões de ocupações atuais serão deslocadas e 133 milhões de novos empregos surgirão.
3. A divisão de trabalho entre humanos, máquinas e algoritmos está mudando rapidamente
Hoje, cerca de 71% do total de horas de trabalho são cumpridas por humanos, enquanto máquinas e algoritmos se ocupam dos demais 29%. Até 2022, a divisão deve mudar para 58% por humanos e 42% pelos sistemas. Enquanto hoje nenhuma tarefa é predominantemente realizada por máquinas e algoritmos, até 2022, 62% do processamento de dados e pesquisa e transmissão de informação das empresas será realizado por máquinas. Elas também devem ganhar espaço, embora em menor nível, entre funções nas quais humanos são extremamente dominantes hoje em dia, como as comunicações e gerenciamentos.

4. Novas tarefas estão impulsionando a demanda por novas habilidades
A média global de “estabilidade de habilidades” – considerada pelo estudo como a proporção de habilidades essenciais para realizar um trabalho que continuará o mesmo – deve ser de 58% até 2022. Os trabalhadores devem ver, portanto, uma mudança média de 42% nas habilidades exigidas para os trabalhos no período até esse ano. Entre as habilidades com crescente demanda estão competências relacionadas à tecnologia, como pensamento analítico, aprendizado ativo e design tecnológico. O estudo destaca, porém, que habilidades “humanas”, como criatividade e originalidade, também devem permanecer em alta ou ter sua demanda aumentada, enquanto a valorização de inteligência emocional e liderança devem efetivamente crescer. Na outra ponta, a exigência por habilidades como destreza manual, resistência e precisão deve cair.

5. Todos precisarão se tornar “eternos aprendizes”
Em 2022, todos os empregados precisarão de uma média de 101 dias de aprendizado e aperfeiçoamento pessoal por ano. As lacunas de habilidades entre os trabalhadores e entre as próprias lideranças poderão obstruir significantemente os gerenciamentos de transformação, o que deve fazer com que muitas delas – entre metade e dois terços, dependendo da indústria e localização – recorram à contratação de terceiros, como freelancers, para resolvê-las. Segundo o estudo, “uma abordagem abrangente ao planejamento da força de trabalho, requalificação e melhoria de qualificações” devem ser a chave para o gerenciamento de tais tendências.

Fonte: Época Negócios
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Instalação de câmeras em vestiário feminino viola proteção à intimidade



A filmagem realizada em momentos íntimos, como a realização de troca de roupas, configura grave violação a direitos da personalidade, notadamente os da intimidade e da vida privada, bens jurídicos tutelados pelo artigo 5º

Danos Morais

A filmagem realizada em momentos íntimos, como a realização de troca de roupas, configura grave violação a direitos da personalidade, notadamente os da intimidade e da vida privada, bens jurídicos tutelados pelo artigo 5º, inciso X, da Constituição Federal. Com esse entendimento, o juiz Marcelo de Oliveira da Silva, titular da 2ª Vara do Trabalho de Contagem, julgou procedente o pedido de indenização por danos morais feito pela ex-empregada de uma empresa do ramo de transporte, que instalou câmeras no vestiário onde as trabalhadoras trocavam de roupa. A indenização, fixada no valor de R$ 8 mil, foi confirmada pelo TRT de Minas.
As testemunhas confirmaram que as câmeras de segurança instaladas captavam imagens da área onde estão os armários usados como guarda-volumes pela trabalhadora e demais empregados da empresa. Referindo-se ao laudo pericial elaborado em outro processo envolvendo a ré, o magistrado registrou que não foi constatada a presença de câmeras de segurança nos banheiros femininos, sendo esse o local disponibilizado para troca de roupa. Ele observou que a área existente para a troca de roupas (28,3 m²) é inferior à área necessária (112,5 m²), conforme o item 24.2.3 da NR-24 (sentença do processo nº 0010557-25.2015.5.03.0030).
No caso, testemunhas declararam que o banheiro para troca de roupa era pequeno e ficava molhado, pois tinha muitos empregados para utilizarem. Ficou provado que as empregadas realizavam troca de roupas no vestiário onde foram instaladas as câmeras, já que o banheiro disponibilizado para tanto era muito pequeno, levando em conta a quantidade de trabalhadoras que o utilizavam simultaneamente.
“A instalação de dispositivos de captação de vídeo dentro dos vestiários utilizados pelos empregados constitui abuso de direito por parte do empregador, o qual não possui a prerrogativa de exercer seu direito de proteção à propriedade da forma invasiva e desarrazoada”, destacou o julgador, decidindo por deferir a indenização por danos morais.
Recurso - A decisão foi confirmada pelo TRT de Minas, que reconheceu o constrangimento causado pela situação. O voto do relator fez referência à informação de uma testemunha de que havia disputa entre os fiscais para ver quem ia ficar responsável pelo local das câmeras e havia comentários sobre as roupas íntimas.
“A possibilidade de monitoramento eletrônico dos empregados pelo empregador está inserida no poder diretivo do empresário e representa meio legítimo de fiscalização, mas é certo que deve ser realizada de forma a não atentar contra a intimidade e honra dos empregados. Caso contrário, nítido o desrespeito a dispositivo constitucional que assegura a inviolabilidade da intimidade, da vida privada, da honra e imagem das pessoas, tal como ocorreu no caso dos autos”, constou do acórdão, que manteve também o valor atribuído à indenização por danos morais.
Fonte: TRT 3
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Veja o que as empresas podem exigir: cabelo, barba,tatuagens


Por lei, a empresa não pode ter restrições de gênero, raça, idade ou qualquer tópico que fira ou gere discriminação.

Empresa

Ser discriminado pela cor da pele, credo e até mesmo pelo peso pode parecer uma realidade distante a alguns profissionais. Mas, acredite, perder uma vaga por sua aparência acontece com uma frequência maior do que os olhos desatentos conseguem enxergar.
 Por lei, a empresa não pode ter restrições de gênero, raça, idade ou qualquer tópico que fira ou gere discriminação, conforme a Constituição Federal. Por isso, a injustiça na seleção é geralmente velada.
 Entretanto, há situações em que a exigência sobre a aparência é justificável. Em suma, não diz respeito ao que o funcionário é mas à sua apresentação na hora de exercer suas atividades. Por exemplo, não se pode exigir que o candidato tenha cabelo curto, mas pode ser uma regra ele ter que prendê-lo quando se trabalha em uma cozinha. Não se pode descartar uma candidata a babá por sua cor ou peso, mas pode exigir que a mesma não use brincos pequenos ou qualquer peça que a criança possa engolir.
 
A linha entre o que discrimina e o bom senso pode ser tênue e nada clara.

Como a prática discriminatória ainda é muito comum e algumas exigências causam polêmicas, o Boa Chance conversou com advogados e especialistas em recrutamento e seleção para esclarecer o que as instituições podem ou não exigir na aparência de seus candidatos e funcionários.
Regina Nakamura Murta, sócia responsável pela área trabalhista do escritório Bueno, Mesquita e Advogados, explica que legalmente não há nenhum impeditivo de uma empresa solicitar ao empregado adequações na aparência, desde que não seja de forma discriminatória, vexatória ou excessivamente rigorosa.
— A rigor, as empresas não podem fazer exigência quanto ao peso, idade ou gênero, sob pena de caracterizar um ato discriminatório. Quando falamos em peso, precisamos analisar o embasamento, por exemplo, se coloca em risco à saúde do candidato ou colaborador, mediante comprovação médica — explica Regina.

Situações vexatórias


De acordo com ela, se o pedido for discriminatório ou colocar o funcionário em uma situação vexatória, ele pode se recusar a atender e o empregador pode ter que pagar indenização por danos morais.
O contrário também vale. Se o pedido tiver sentido e for ligado à segurança do trabalhador, mas houver recusa, ele pode ser demitido por justa causa.
O também advogado trabalhista Nelson Tomaz Braga, do N. Tomaz Braga & Schuch Advogados e ex-presidente do Tribunal Regional do Trabalho da Primeira Região, acrescenta que a CLT veda a publicação de qualquer anúncio de emprego que faça referência ao sexo, idade, cor ou mesmo situação familiar, exceto quando a natureza da atividade a ser exercida exija de maneira inquestionável.
Por exemplo, diz, uma empresa que anuncia vagas para modelos acima de 100 quilos para uma marca de roupas para obesos ou a proibição de unhas postiças na área de saúde, de bigode e barba na indústria de alimentos. Segundo ele, são alguns casos em que a legislação permite a exigência do contratante.
— A legislação só permite exigências do tipo se houver um motivo que descaracterize totalmente a possibilidade de discriminação. Se não houver uma justificativa clara e inequívoca relacionada à atividade do funcionário, não é permitido — afirma Braga.
Ele acrescenta: — Lamentavelmente ainda vemos casos de discriminação de todo o tipo. Empresas que deixam de contratar um profissional porque ele mora longe e vai demandar um custo maior de vale transporte, ou porque é homossexual.
Regina conta que também já viu casos de homofobia e de a empresa criar restrições à roupa do funcionário por razões religiosas. Por outro lado, despeito do que é discriminatório, ela destaca há exigências dependem do ambiente de trabalho.
— Em um ambiente militar, sim, é possível a exigência do corte, em razão do regulamento interno e dos usos e costumes da profissão. Já em um ambiente escolar, a exigência de um determinado corte pode configurar um ato discriminatório
Segundo os especialistas, o ideal é que para esses casos em que não há discriminação, a empresa tenha um código de vestimenta com as regras claras.
Posição política, exames de sangue e tatuagens
Outras situações que causam polêmica e podem configurar discriminação são sobre posição política e crença. A não ser que o profissional esteja se candidatando para trabalhar na campanha de um determinado político, não faz sentido saber qual é a sua bandeira.
— Há grandes chances a perguntar ter cunho discriminatório, assim, recomenda-se que o empregador evite este tipo de pergunta e se o empregado sentir-se discriminado, deve procurar um advogado para analisar o caso em concreto — analisa a advogada Regina Nakamura Murta.
Ruslan Stuchi, do Stuchi Advogados Associados, explica que não é pertinente ao entrevistador questionar a pessoa entrevistada quanto a sua fé ou partido político, a não ser quando a pessoa é da religião adventista, onde tem a questão da folga no sábado.
— São questões pessoais e crenças de cada grupo social, não intervindo no ambiente de trabalho.
Segundo ele, uma situação em que caberia ao empregador intervir é se o empregado trouxer estes questionamentos ao ambiente de trabalho e começar a deixar o ambiente de trabalho desconfortável com tais assuntos.
Stuchi lembra ainda que a empresa não pode exigir a abertura de conta corrente em banco específico ou a consultar o nome do empregado nos dados do SPC Serasa. Mas pondera que o candidato tem que estar atento às regras gerais da profissão e da empresa escolhidas.
— Os profissionais devem seguir o bom senso da área que escolheu para seguir, pois muitas vezes exigem requisitos básicos. No caso do Exército, polícia ou Corpo de Bombeiros é exigido muito esforço físico e psicológico para desempenhar a função e nem todos têm esta disposição. No caso das aeromoças, a questão do peso precisa ser analisada por uma questão de segurança. Estas exigências do empregador não são anormais quanto alguns funcionários pensam que são — considera Stuchi.
Um outro caso que também causa desconforto é a tatuagem. Segundo o advogado Nelson Tomaz Braga e Milena Bizarri, da Mazars, a empresa pode pedir para esconder a tatuagem, porém o funcionário pode discordar.
— É preciso bom senso na hora de expor a tatuagem, principalmente quando existe contato com o cliente. E a empresa deve ter cuidado para não ser preconceituosa — explica Braga.
— A empresa pode e deve ter um código de vestimenta e conduta que obedeça aos padrões que ela entende que atendam ao seu público-alvo. O código pode deixar claro que tatuagens não podem estar à mostra. Porém, ninguém pode ser discriminado por tê-las — acrescenta Milena.
Braga destaca que os editais de concurso público não podem barrar candidatos aprovados apenas por terem tatuagem, embora isso ainda aconteça, e que o funcionário não pode ser demitido por tatuar o corpo.
— Todavia, alguns editais continuam a vetar candidatos por isso. E, se um empregado faz uma tatuagem, isso não pode ser motivo para ser demitido. Infelizmente, sabemos que na prática a causa da demissão pode estar camuflada por outro motivo qualquer. Visando evitar esse tipo de situação, existe um projeto de lei como adição à Lei 9.029 de 1995 que pretende proibir a discriminação de pessoas com tatuagem e piercing no ambiente de trabalho — esclarece Braga.
E, por fim, há ainda a dúvida sobre a solicitação de exames de sangue ou gravidez. Todos os especialistas são enfáticos ao afirmar que em hipótese alguma a empresa pode exigir saber se a funcionária está grávida antes de ser contratada. Isso pode render um processo trabalhista discriminatório.
— A empresa não pode fazer distinção de funcionários entre mulher e homem ou entre um funcionário sadio ou com alguma doença que não o impeça de trabalhar, como o portador de HIV. Este tipo de discriminação também pode acarretar ao empregador um processo trabalhista discriminatório — pontua Ruslan.
Milena inclui na lista de perguntas mal vistas a famosa: “Quando pretende ter filhos?” — que, diga-se, nunca é questionada a um homem.
— Perguntas não relacionadas às habilidades técnicas do candidato, voltadas unicamente para seu caráter pessoal, e que não tenham qualquer relevância para a atividade a ser exercida, podem, sim, ser consideradas como discriminatórias — explica.
Quanto aos exames, Regina pondera que há situações em que o teste de sangue pode ser solicitado. Por exemplo, afirma, quando o candidato ou funcionário é exposto a agentes químicos ou a contaminação por patologias infectocontagiosas, que podem trazer risco à saúde.
— Neste casos, é permitido a exigência de exame de para acompanhar os riscos.
Caso o profissional se sinta discriminado, segundo eles, deve buscar uma resolução com a própria empresa, amigavelmente. 
— Caso não obtenha êxito, deve recorrer à justiça, buscando os serviços de um advogado ou, se não puder pagar os honorários e tiver como comprovar a hipossuficiência, procurar a Defensoria Pública — diz Braga.

Fonte: Agência O Globo
Portal Contábeis
Por Franciele Soares


segunda-feira, 22 de outubro de 2018

Cresce formalização do microempreendedor no país; veja como se tornar MEI

Com a economia instável e o desemprego em alta - que atinge mais de 12,9 milhões de brasileiros , a saída para muitos trabalhadores é gerar renda trabalhando por conta própria.


MEI

Esses fatores impulsionaram a formalização de serviços nos mais diversos setores, em todo o país. Tanto que, entre novembro do ano passado e maio deste ano, houve um aumento de 17% no número de CNPJs criados para Microempreendedores Individuais (MEIs), em relação ao mesmo período entre 2016 e 2017, segundo um levantamento feito pela consultoria MEI Fácil.
No Rio, segundo o estudo, houve crescimento na formalização como MEI em mais de 200 áreas de atuação, entre as mais de 400 consideradas para a elaboração da pesquisa. O setor que mais registrou procura foi o de cabeleireiros, manicures e pedicures, com alta de 7,1%, o que significa 19.920 novos microempreendedores individuais. O varejo é segunda área com o maior número de novos MEIs, com alta de 4,3%, ou seja, 12.041 profissionais recém-formalizados. A terceira posição ficou com o setor de fornecimento de alimentos, com alta de 3,5% e um total de 9.771 formalizações. Portanto, o crescimento geral foi de 19,4%, em todo o estado.

No Brasil, o setor da construção civil teve um crescimento relevante em relação à abertura de novos CNPJ para microempreendedores individuais. O segmento de obras e alvenaria foi o que mais cresceu entre novembro do ano passado e maio deste ano (46%), seguido pelo de instalações hidráulicas, sanitárias e de gás (44%), pelo de manutenção e acabamento em gesso (42%) e pelo de serviços de pintura (31%).
O diretor da MEI Fácil, Marcelo Moraes, destaca que os números refletem um dos anseios dos consumidores:
— Ao colocar alguém dentro de casa, todos nós queremos estar seguros. Contratar um profissional com CNPJ nos dá maior confiança, tanto na contratação quanto na entrega do serviço.
Consumidor mais exigente
De acordo com Rodrigo Salem, sócio-fundador da MEI Fácil, o aumento expressivo na quantidade de novos microempreendedores individuais também está diretamente ligado ao perfil cada vez mais exigente do consumidor brasileiro.
— Entendo que alguns fatores contribuem para o aumento, e o principal deles é nosso momento econômico, onde existe muito desemprego, e as pessoas estão em busca de renda com o que já sabem fazer. Outro ponto importante é que mudaram as relações de trabalho, e as empresas precisam mais de prestadores de serviço. Por fim, destaco que o consumidor está muito mais exigente e, no Brasil, quem consome tende a buscar serviços e produtos de confiança. A formalidade, geralmente, garante isso — disse.
Ainda segundo Salem, um aspecto importante da pesquisa mostra que os autônomos buscam empreender em áreas em que já atuam ou atuaram, o que garante uma prestação de serviço com maior excelência.
— O empreendedor, em geral, quer ficar numa área que já domina. Isso potencializa suas possibilidades de lucro. Além disso, a experiência faz com que ele amplie suas possibilidades de relações comerciais, como ser reconhecido por empresas — destacou ele.
Para especialistas, o Brasil tem uma grande vocação empreendedora, o que faz com que o perfil do mercado autônomo mude constantemente. Por isso, a dica é ficar atento às áreas de atuação que estão em evidência: atualmente, o setor de serviços para pets, os seviços de entrega (delivery) e as atividades de manutenção doméstica estão em alta.
Sebrae orienta empresário
Muitos autônomos, porém, não se formalizam por não saber exatamente o melhor momento para se tornar uma pessoa jurídica, trabalhando com CNPJ. De acordo com a coordenadora do Comunidade Sebrae, Carla Teixeira Panisset, não existe momento ideal para se formalizar, mas é preciso que o empreendedor esteja atento ao mercado para saber se vale a pena sair da informalidade.
— A primeira coisa que o empreendedor deve fazer é partir daquilo que ele já sabe fazer. Este é o caminho a ser tomado. Se o profissional cozinha muito bem, já teve experiência com cozinha profissional e por algum motivo perdeu o emprego, ele pode pensar em empreender nesta área, abrindo um negócio. No entanto, é preciso estudar o mercado e observar se o mesmo não está saturado, ou seja, com excesso de pessoas que oferecem o mesmo serviço. Somente após ter um plano de negócios, indico a formalização — explicou Carla.
Segundo a especialista do Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (Sebrae), após tomar a decisão de se formalizar, é preciso ter em mente que surgirão gastos referentes ao investimento inicial no negócio e, por isso, é necessário planejamento para evitar dores de cabeça.
— É preciso ter tudo detalhado. Após traçar o plano de negócios, é necessário fazer uma planilha com os custos para não passar por apuros financeiros. Mas vale ressaltar que, como MEI, os bancos costumam oferecer crédito com boas condições. Então, a dica é sempre conversar com as instituições financeiras para conseguir financiamentos mais baratos, com taxas atrativas — orientou.
 Bruno Dutra 
Fonte: EXTRA
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Cresce o salário médio das mulheres

Remuneração feminina aumentou 2,6% em 2017, segundo dados da Relação Anual de Informações Sociais.
salário

O salário médio real das mulheres cresceu mais que o dos homens em 2017, chegando a R$ 2.708,71, uma elevação de 2,6% em relação a 2016, enquanto o rendimento masculino subiu 1,8%. O aumento da remuneração feminina é maior que o registrado para todos os trabalhadores, que teve alta de 2,1%, como mostram os dados da Relação Anual de Informações Sociais (Rais) do Ministério do Trabalho. 
“Apesar da melhora registrada em 2017, ainda há muitos desafios que precisam ser enfrentados, sobretudo no que se refere ao acesso das mulheres a postos de trabalho mais bem remunerados e garantia de recebimento de salários equivalentes pelo desempenho da mesma ocupação”, destaca o coordenador-geral de Cadastros, Identificação Profissional e Estudos do Ministério do Trabalho, Felipe Pateo. 
A diferença salarial entre homens e mulheres vem diminuindo a cada ano. A remuneração média das mulheres em 2017 correspondia a 85,1 % do salário dos homens. Em 2016, o rendimento feminino correspondia a 84,4% do masculino e, em 2015, 83,43%. 
Escolaridade e faixa etária - O rendimento médio das mulheres apresentou crescimento em quase todas as faixas de escolaridade em 2017. Com destaque para o doutorado que registrou um aumento de 4,78%, o equivalente a R$ 527,52, em relação a 2016. 
O salário das mulheres aumentou em todas as faixas etárias, se comparado com 2016. Sobretudo, para as trabalhadoras com mais de 65 anos que tiveram um aumento de 3,54% no rendimento, o equivalente a R$ 244,27. As mulheres entre 40 e 49 anos registram um acréscimo de 2,84% na remuneração média, R$ 89,07 a mais que em 2016. 
Setores – O setor econômico com maior remuneração média foi o Extrativista Mineral, que, mesmo apresentando queda em relação a 2016, foi um dos únicos setores produtivos em que o salário das mulheres foi maior que o dos homens, apesar de ser considerado um setor masculino. O salário médio das mulheres no setor era de R$ 6.251,60, enquanto o dos homens era de R$ 6.226,45. O mesmo ocorreu na Construção Civil.

Fonte: Ministério do Trabalho
FRANCIELE SOARES.....

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quarta-feira, 10 de outubro de 2018

10 coisas que nunca devem ser reveladas na busca por emprego



Você tem de lembrar que seus relacionamentos com empregadores e recrutadores são relações de negócios, não importa o quão amigáveis ​​eles sejam



Uma resposta perfeitamente boa para a pergunta “Por que você está à procura de um novo emprego?” é “Estou ficando estagnado no meu emprego atual, preciso de um novo desafio”.
Nunca diga a um recrutador ou a um possível empregador o
 que você não gosta do seu trabalho atual. Se a empresa está se reorganizando ou falindo, vá em frente e conte a verdade, mas se estiver sendo maltratado no trabalho, guarde a informação para si.
Sejamos honestos: quando falamos sobre ocupação e procura de emprego, falamos sobre um relacionamento comercial, e não social. Há um aspecto social a ser trabalhado, é claro, e essa é uma das razões pelas quais muitos candidatos a emprego se sentem à vontade para falar sobre sua insatisfação com o trabalho atual. Infelizmente para eles, tendem a contar sua história de angústia em uma entrevista de emprego ou em uma conversa com seu recrutador.
Isso é um erro, pois dá ao recrutador uma grande vantagem de negociação quando ele sabe que você odeia o seu trabalho.
Você tem de lembrar que seus relacionamentos com empregadores e recrutadores são relações de negócios, não importa o quão amigáveis ​​eles sejam. Você está de um lado da mesa de negociações, sozinho. O empregador e o recrutador se sentam do outro lado da mesa.
Não importa o quão veementemente o recrutador lhe diga: “Estou do seu lado”. Simplesmente não é verdade. Ele trabalha para o empregador.
O gerente de contratação, a pessoa de RH e o recrutador têm um ao outro para conferir e debater a melhor opção. Você só tem a si mesmo, além de amigos e familiares que podem aconselhá-lo durante a sua procura por emprego.
É por isso que todo candidato a emprego precisa manter seu “tanque de combustível” cheio. Você precisará de cada gota para se lembrar de seu próprio valor e para o defender quando necessário.
Um recrutador que merece sua confiança irá ganhá-la lentamente, por meio de suas ações, mais do que por suas palavras.
Veja, na galeria de fotos abaixo, 10 coisas que nunca devem ser reveladas durante a busca por emprego:
1. Nunca sugira ou indique que está desesperado para encontrar um novo emprego.
2. Nunca divulgue o fato de que você está em conflito com seu chefe ou tem medo de ser demitido.
3. Nunca diga a um recrutador ou a um possível empregador que você não está tendo sorte com sua procura por emprego ou que buscou oportunidades que não deram certo.
4. Nunca diga a eles quais outras empresas você está considerando ou em que ponto está no canal de recrutamento dessas organizações.
5. Nunca fale a um recrutador ou empregador sobre as circunstâncias da vida que tornam especialmente urgente, para você, encontrar um novo emprego rapidamente, por exemplo, seu cônjuge ou parceiro estar desempregado.
6. Nunca diga a eles que você está tão interessado no trabalho que aceitaria ganhar menos. Essa é a pior coisa que você pode dizer porque não o indica como desejável, mas sim como carente, e você quase certamente ganhará menos nesse caso.
7. Nunca diga a um recrutador que você precisa de um emprego rápido, por exemplo, para ter uma renda estável, a fim de se qualificar para um aluguel de imóvel. Sua urgência de ser contratado se traduzirá em uma oferta de trabalho menos atraente.
8. Nunca diga a um recrutador ou empregador se você pretende processar seu antigo empregador ou registrar uma queixa contra ele. Não é da conta deles e, por mais simpáticos que possam ser à sua situação, naturalmente se perguntarão: “Se contratarmos essa pessoa, ela também nos processará um dia?”
9. Nunca diga a um possível empregador ou a um recrutador: “Estou muito feliz por esta empresa estar interessada em mim, já que acabei de perder uma boa oferta de emprego”.
10. Finalmente, nunca diga a um recrutador ou a um possível novo empregador que você está cansado de procurar por emprego e que deseja apenas que sua busca acabe.
Fonte: Forbes 

quarta-feira, 3 de outubro de 2018

Conheça os direitos das trabalhadoras diagnosticadas com câncer de mama

Saque do FGTS e do PIS/Pasep, auxílio-doença, acompanhante e isenção do Imposto de Renda estão entre as medidas de apoio às mulheres com a doença





O câncer de mama causou o afastamento de mais de 21 mil mulheres do trabalho no ano passado. A doença é o tipo de câncer de maior incidência na população feminina brasileira, depois do de pele não melanoma, respondendo por cerca de 29% dos novos casos a cada ano. Somente em 2018, a estimativa é de que 59,7 mil novos casos sejam detectados, segundo o Instituto Nacional de Câncer José Alencar Gomes da Silva (Inca).
Neste mês dedicado à prevenção e tratamento da doença, mais uma vez o Ministério do Trabalho adere à campanha Outubro Rosa e esclarece sobre os direitos das trabalhadoras diagnosticadas com neoplasia maligna de mama.
Na fase sintomática da doença, toda trabalhadora celetista poderá fazer o saque do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS) , assim como do benefício PIS/Pasep, este no valor de um salário mínimo e que poderá ser retirado em agências da Caixa Econômica Federal ou Banco do Brasil. A trabalhadora também tem direito ao auxílio-doença e, em casos mais avançados, pode requerer a aposentadoria por invalidez.
Acompanhante - Caso a trabalhadora necessite de cuidados permanentes de outra pessoa, além da aposentadoriapor invalidez, também tem o direito a um acréscimo de 25% no valor do benefício, conhecido por Auxílio Acompanhante, conforme previsto na Lei nº 8.213/91. O valor adicional é pago pelo Instituto Nacional de Seguro Social(INSS) de forma vitalícia. Além disso, pode-se requerer na Receita Federal a isenção total do Imposto de Renda de Pessoa Física.
Para ter acesso a esses tipos de benefícios é necessário estar na qualidade de segurada da Previdência Social e passar pela perícia médica do INSS para comprovação da incapacidade de trabalho.
Redução da Mortalidade - Iniciado na década de 1990, o movimento Outubro Rosa tem o objetivo de estimular a população feminina brasileira no controle do câncer de mama. Realizada todos os anos, a campanha é utilizada para compartilhar informações sobre o câncer, promover esclarecimentos, proporcionar maior acesso aos serviços de diagnóstico e de tratamento, a fim de contribuir para a redução da mortalidade.
Uma das estratégias é incentivar a realização do autoexame, um importante aliado no tratamento do câncer de mama em mulheres de todas as idades. Quando a doença é detectada nas fases iniciais, são maiores as chances de tratamento e cura.
O Inca recomenda que mulheres de 50 a 69 anos façam uma mamografia de rastreamento (quando não há sinais nem sintomas) a cada dois anos. Esse exame pode ajudar a identificar o câncer antes do surgimento dos sintomas.
Fonte: Ministério do Trabalho

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